Caio Fábio sobre o BOLSONARO | À Deriva Cortes
Caio Fábio (139) | À Deriva Podcast com Arthur Petry
Nenhum perigo é maior do que viver entre uma maioria de pessoas com baixa capacidade cognitiva. Essa gente, ainda que bondosa, é mais ameaçadora q uma matilha selvagem, pq ao contrário dos animais, esses humanos têm cognição suficiente p obedecer ordens, mas não p/ questioná-las
🚨 JANJAGATE 🚨
O gabinete "não oficial" de Janja já gastou mais de R$ 1,2 milhão dos cofres públicos.
Conheça todos os detalhes sobre quem compõe o gabinete, suas funções e gastos no fio abaixo 🧶👇
Só falta o sinistro ditador Xandoca começar a exigir continência das cadelas do Exército e seu alto comando militar positivista e corrupto. 🫡🍉
https://pleno.news/brasil/moraes-da-48-horas-para-exercito-explicar-visitas-a-militares-presos.html
Ah, o Olimpo Supremo Brasileiro, onde cada ministro do STF se comporta como um deus absoluto, moldando a justiça não com equilíbrio, mas com vaidade e arrogância. Aqui, cada toga representa um poder diferente, e nenhum deles é usado em benefício dos mortais. Vamos descer ao panteão e conhecer cada "divindade" que governa este país.
Alexandre de Moraes, o Zeus da Censura, governa com raios de decisões monocráticas e trovões de inquéritos eternos. Sua palavra é absoluta, e seu reino é o do medo. Não há espaço para liberdade sob sua tempestade: quem ousa falar é fulminado, e quem se cala é vigiado. Moraes não protege a democracia – ele a subjuga.
Cármen Lúcia, a Deméter da Neutralidade Fingida, finge cultivar a justiça, mas sua colheita sempre favorece o status quo. Seus discursos suaves são como brisas, mas suas decisões revelam o verdadeiro peso de sua toga: proteger o Olimpo acima de qualquer mortal.
Gilmar Mendes, o Baco da Impunidade, transforma o STF em um banquete eterno para seus aliados. Ele celebra a soltura de poderosos como um ritual divino, enquanto os mortais assistem de fora, famintos por justiça. Sua toga é uma taça de vinho, e seu lema é claro: brindar aos amigos e ignorar o resto.
Luiz Fux, o Hélios da Aparência Brilhante, adora a luz dos holofotes, mas sua claridade não aquece os mortais. Seus discursos são grandiosos, mas suas ações carecem de profundidade. Ele é o deus do espetáculo, mais preocupado em parecer justo do que em agir como tal.
Cristiano Zanin, o Apolo da Devoção, ascendeu ao Olimpo não por glória, mas pela fidelidade a quem o ergueu. Ele não lidera batalhas nem enfrenta monstros – sua missão é ser a luz protetora dos interesses que o colocaram no panteão. Sua imparcialidade é apenas um ornamento.
Dias Toffoli, o Hermes das Negociações, não traz mensagens divinas, mas acertos políticos. Ele é o diplomata do Olimpo, sempre garantindo que sua influência esteja intacta. Toffoli não age pela justiça – ele atua pela conveniência, com uma toga que serve como passaporte entre os poderes.
Luís Roberto Barroso, o Poseidon da Retórica Altiva, governa mares de discursos pomposos, mas suas ondas frequentemente naufragam na realidade. Ele acredita que é o guia iluminado dos mortais, mas suas decisões muitas vezes deixam um rastro de confusão e contradição.
André Mendonça, o Hefesto da Decepção, prometeu forjar um novo caminho de justiça, mas acabou se reduzindo a um artífice de desculpas convenientes. Sua forja não cria armas contra o sistema – ela constrói pontes para agradar aos poderosos do Olimpo.
Kassio Nunes Marques, o Hades da Subserviência, reina nas sombras, onde suas decisões quase sempre beneficiam os interesses dos que controlam o jogo político. Ele não busca justiça, mas prefere operar onde ninguém percebe, garantindo que nada ameace seu lugar no submundo do poder.
Flávio Dino, o Ares do Controle, trouxe consigo o calor da guerra autoritária. Seu martelo não constrói – ele destrói qualquer ideia de liberdade que contrarie seus interesses. Dino não governa, ele pune, enterrando as garantias constitucionais sob o peso de sua agenda.
Edson Fachin, o Atena da Ideologia, é o estrategista do Olimpo, sempre calculando cada movimento para favorecer suas convicções políticas. Fachin não busca equilíbrio, mas sim vitória – e não importa o custo para os mortais que ficam no caminho.
Nesse Olimpo, os deuses não governam – eles dominam. A Constituição é moldada conforme seus interesses, os mortais são ignorados, e a justiça verdadeira é apenas uma lenda. Não há heróis aqui, apenas um panteão de vaidade e poder absoluto. Nós, os mortais, seguimos esmagados, esperando por uma justiça que nunca descerá do pedestal.
Não normalizem, nunca, ditaduras e ilegalidades, ok. Tenho visto gente boa, de Direita, conhecedora do Direito, dizendo, Alexandre de Moraes abusa, mas o Daniel Silveira poderia...
PQP, imbecil, não existe mas quando uma ilegalidade é praticada. Não existe mas quando uma teratologia jurídica é praticada. Conjunções adversativas deste jaez, mormente quando ditas por pessoas boas, referendam, com muito mais força, um sistema ditatorial que o apoio expresso dos canalhas.
Este argumento do discordo do STF, mas o Daniel Silveira...é idêntico ao: "estuprar não é correto, mas quem mandou a moça usar uma saia curta."
Não caiam nessa falácia, esse é o primeiro passo para a transformação de cidadãos de bem em cínicos, depois, passarão de cínicos a canalhas.
Um falecido Desembargador do TJSP, Edgar de Moura Bittencourt, escreveu um livro, péssimo, onde ele traça essas teorias absurdas, investigando a culpa da vítima pelo crime. Em dado ponto do livro ele diz que a moça que anda de minissaia contribui para o estupro, de igual forma, a freira que anda completamente coberta também o faz por incitar a imaginação.
Entendam de uma vez por todas: vagabundo é vagabundo, bandido é bandido, ditador é ditador e vítima é vítima. Simples assim!
@Pavinatto @silviogrimaldo @pharaujo85 @radardamidia @Jesiel_Jose @hfmagnus5 @SouCrisCaiado @CanaldoNegaoo @canaldebrasilia
https://fixupx.com/papini_antonio/status/1872095582879396281
Minha análise sobre a TORTURA JURÍDICA, FÍSICA E PSICOLÓGICA praticada contra Daniel Silveira.