A população de Minas Gerais faz homenagem ao STF (Sanitário Togado Fedorento) em banheiros químicos.🚽🤮
O lugar certo para soltar o sinistro Barroso. 💩😄
Desde a sua criação, a Fundação para a Liberdade Online tem documentado o aumento da censura apoiada pelo governo dos EUA.
O grande número de programas e subprogramas governamentais corresponde ao número de pretextos utilizados. Encontramos o DHS envolvido na censura, em nome do combate ao “extremismo doméstico” e da proteção da “integridade das eleições”. Encontramos o HHS, com o seu foco na “desinformação sobre a COVID” e na “desinformação sobre vacinas”. Encontramos a Nacional Science Foundation, que financia técnicas avançadas de censura de IA. E depois há as agências militares e de política externa, que financiam os esforços de “contra-desinformação” no país e no estrangeiro.
Este financiamento é distribuído por uma grande variedade de entidades do setor privado e semi-privado, desde departamentos de investigação universitários a startups tecnológicas e ONGs.
O objetivo da FFO é documentar exaustivamente esta vasta rede de censura financiada pelos contribuintes. Continuaremos a atualizar este artigo com novas descobertas. As actualizações desta lista serão adicionadas ao topo do artigo, com uma indicação clara, e anunciadas nas redes sociais.
https://foundationforfreedomonline.com/the-censorship-logs-us-government-censorship-empire/
A cantora Anitta, que promove o sexo depravado entre adolescentes em apresentações daquilo que alguns chamam de “música”, é a mesma que grava vídeos estimulando a bebedeira entre mulheres grávidas, em óbvia e escarrada ode ao aborto pós orgias sexuais.
É a cantora do regime que quer a censura para todos nas redes, mas que não se aplica às pornografias “cantadas” em público na presença de menores de idade em “performances” físicas e virtuais.
O regime busca implementar a censura seletiva: criticar os togados não pode, MAS fazer ode ao sexo depravado em afronta ao ECA deve ser considerado normal e “bonito”.
Depois da orgia, o regime visa *impor* o remédio do aborto já explicitamente promovido em vídeo pela cantora. Tudo é vendido como “arte” patrocinada por dinheiro público (pasmem) e veiculado na emissora oficial do regime: a rede Globo.
Não, eles não querem escravizar os jovens, por meio do sexo. Não querem aniquilar a mente e a sua formação intelectual. E não querem torná-los assassinos dos próprios filhos. Tudo não passa de “política de saúde pública da democracia do amor”.
E, se você não concordar com a política “do amor”, você é tachado imediatamente de “extremista de direita”.