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cdelima
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Um velho marinheiro navegando por mares nunca antes navegado.
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MUITAS VIDAS

02 - Rendição

Finalmente chegou o dia da rendição.

Não estava mais dando para resistir.

As tropas inimigas me cercavam e cada vez mais próximas até que um dia um soldado chegou perto de mim e me apontou sua pistola: ou se rende ou eu acabo com sua vida.

Tentei escapar não sei como. Parece que a tampa do bunker se abriu milagrosamente e eu me vi dentro das minhas profundezas.

Aparentemente havia escapado daquele sondado antes dele apertar o gatilho.

Mas eles estavam rondando minha cabeça. O corpo tremia quando sentia os tanques passando ali em cima.

Procurei uma pá que havia deixado ali para uma necessidade. Também o mapa de onde eu havia construído meu bunker. E a placa com o nome do lugar, fixada numa das paredes, estava ali Bezpechne Mistse (que significa Lugar Seguro.

Fiquei olhando o mapa e relembrando o caminho que os inimigos estavam seguindo para chegar até meu esconderijo. Precisava cavar uma nova saída.

Comecei estudando o mapa. Olhava onde poderia estar vulnerável. Onde poderia cavar uma saída. Parava. Ficava em silêncio quando ouvia passos em minha cabeça. Não poderia dar chance de me destruírem ali nas minhas defesas. Só queria encontrar uma saída. A escuridão era grande. Só uma lanterna e algumas pilhas para ir substituindo. Precisava economizar.

Enfim, depois de um longo período consegui sair e estar numa casa onde um senhor, assustado, me recebeu. "O que aconteceu para estares ai, desse jeito? perguntou-me estendendo sua mão direita para me ajudar a entrar em sua casa.

Me indicou uma cadeira para sentar e começou a puxar assunto como se fosse alguém que estivesse acostumado a fazer isso com outras pessoas. Me pareceu uma pessoa calma, de boa conversa e de boas palavras. De vez enquanto, durante minhas falas, uma pergunta, uma colocação como se quisesse entender melhor minhas explicações.

Ficamos ali um bom tempo, eu perdi a noção do tempo. Ele então, escreveu num pedaço de papel alguma coisa para alguém que ele me disse poder me acolher melhor do que ele. Agradeci a acolhida, guardei o papel no bolso e me despedi, prometendo voltar assim que essa guerra terminasse e a gente pudesse caminhar calmamente pelas praças, rindo e correndo como só as crianças sabem fazer.

#muitasvidas #terapia #depressão #ansiedade #magnetismo #cura

Não se demore aonde não existe acolhimento, diálogo, afeto e reciprocidade.

Não aceite restos, migalhas e muito menos amores divididos. Você merece banquete, mesa farta, sentimentos saudáveis e amor que transborda.

Cuidado aonde você deposita sua confiança e seu coração.

Valorize-se!

Nossas crenças limitantes são como jaulas que nos mantém presos a um passado de dor e sofrimento, acessados por nossos pensamentos e que nos levam ao fundo do poço. Liberte-se dessas correntes. Você é livre pra recomeçar sempre e pra escrever novas experiências e histórias de vida.

Não me parece. Agora os americanos tem comprovação de que 2 grandes empresas americanas foram censuradas.

As retaliações virão

Isto é uma longa história, mas vou resumir.

Desde o que agora se chama segundo grau, quando tive um professor de Português que me incentivou e corrigia as métricas de minhas poesias, fui escrevendo com mais frequência

Depois, parei um tempo por conta do trabalho.

Depois de aposentado, voltei a ter mais frequência.

No ano seguinte ao início da pandemia peguei uma depressão e ansiedade com direito a acompanhamento médico por quase um ano e meio.

A psicóloga voltou a me estimular após me orientar a ler um livro e fazer um resumo para ela.

Daí, surgiu a ideia de escrever na terceira pessoa como era está terapia como forma de estimular as pessoas a sair dessa encrenca.

Daí surgiram dois conjuntos.

Eu sou um dos Exilados do Twitter.

Ainda procuro um lugar pra viver e nas pesquisas, acabei baixando o Openvibe. Com ele pude perceber que o Mastodon e o BlueSky não eram para mim por diferentes razões. Aí, fiz um perfil lá.

A partir de lá coloquei meu cão farejador para aprender sobre este novo mundo.

Estou usando o Primal apesar de sentir falta de algumas coisas.

Hoje poderei comemorar 10 seguidores... rsrs

Postei um capítulo. Dá uma olhada?

MUITAS VIDAS

02 - Rendição

Finalmente chegou o dia da rendição.

Não estava mais dando para resistir.

As tropas inimigas me cercavam e cada vez mais próximas até que um dia um soldado chegou perto de mim e me apontou sua pistola: ou se rende ou eu acabo com sua vida.

Tentei escapar não sei como. Parece que a tampa do bunker se abriu milagrosamente e eu me vi dentro das minhas profundezas.

Aparentemente havia escapado daquele sondado antes dele apertar o gatilho.

Mas eles estavam rondando minha cabeça. O corpo tremia quando sentia os tanques passando ali em cima.

Procurei uma pá que havia deixado ali para uma necessidade. Também o mapa de onde eu havia construído meu bunker. E a placa com o nome do lugar, fixada numa das paredes, estava ali Bezpechne Mistse (que significa Lugar Seguro.

Fiquei olhando o mapa e relembrando o caminho que os inimigos estavam seguindo para chegar até meu esconderijo. Precisava cavar uma nova saída.

Comecei estudando o mapa. Olhava onde poderia estar vulnerável. Onde poderia cavar uma saída. Parava. Ficava em silêncio quando ouvia passos em minha cabeça. Não poderia dar chance de me destruírem ali nas minhas defesas. Só queria encontrar uma saída. A escuridão era grande. Só uma lanterna e algumas pilhas para ir substituindo. Precisava economizar.

Enfim, depois de um longo período consegui sair e estar numa casa onde um senhor, assustado, me recebeu. "O que aconteceu para estares ai, desse jeito? perguntou-me estendendo sua mão direita para me ajudar a entrar em sua casa.

Me indicou uma cadeira para sentar e começou a puxar assunto como se fosse alguém que estivesse acostumado a fazer isso com outras pessoas. Me pareceu uma pessoa calma, de boa conversa e de boas palavras. De vez enquanto, durante minhas falas, uma pergunta, uma colocação como se quisesse entender melhor minhas explicações.

Ficamos ali um bom tempo, eu perdi a noção do tempo. Ele então, escreveu num pedaço de papel alguma coisa para alguém que ele me disse poder me acolher melhor do que ele. Agradeci a acolhida, guardei o papel no bolso e me despedi, prometendo voltar assim que essa guerra terminasse e a gente pudesse caminhar calmamente pelas praças, rindo e correndo como só as crianças sabem fazer.

oi, pessoas.

ajuda.

tenho 10 relés apontados no Amethyst e o app indica que TODOS estão inativos.

não vejo postagens bem seguidores!!

Sobre a conversa do cliente que está usando, estou basicamente no Primal. Já andei pelo Amethyst.

sinto que atualmente um completa o outro. quem apresentar maior desenvolvimento acho que fima.

Uma coisa que acho legal é a tradução ser permitida nem que seja por "botão".