Clear thinkers take feedback from reality, not society.
@naval
Você subtrai na equação o peso morto do montante obtido no assalto cometido à luz do dia pela quadrilha que chamam de Estado, e acaba o problema da miséria no planeta...
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Impossível comprar um carro no Brasil sabendo q vc vai dar tanto dinheiro para o governo
No capítulo 1.2.4 de “Softwar”, Jason Lowery discute a importância de conscientizar e educar o público sobre novas tecnologias de projeção de poder para superar as barreiras de adoção estratégica. Ele defende que uma sociedade mais informada é menos vulnerável a influências de passividade, pacifismo, vieses analíticos e dissonâncias cognitivas, que podem prejudicar a prontidão nacional para adotar tecnologias emergentes de segurança. Lowery acredita que, para preservar a segurança e a liberdade, é essencial educar a população sobre o impacto potencial dessas inovações, destacando o papel da conscientização pública na formação de um consenso que favoreça a rápida adoção de tecnologias defensivas cruciais.
No capítulo 1.2.3 de “Softwar”, Jason Lowery explora quatro barreiras estratégicas que podem retardar a adoção de tecnologias de projeção de poder de importância nacional: falta de conhecimento sobre guerra, pacifismo, viés analítico e dissonância cognitiva. Ele argumenta que essas barreiras dificultam o reconhecimento do valor militar de novas tecnologias. A falta de familiaridade com a guerra leva à subestimação das ameaças; o pacifismo gera objeções ideológicas; o viés analítico limita o uso de novas tecnologias a seus primeiros casos de uso, e a dissonância cognitiva impede a aceitação de tecnologias que desafiam crenças prévias. Lowery sugere que essas barreiras podem comprometer a segurança nacional se não forem superadas rapidamente, reforçando a necessidade de adotar novas tecnologias de defesa de forma ágil para manter a competitividade estratégica.
No capítulo 1.2.2 de “Softwar”, Jason Lowery expande a ideia de um protocolo de “softwar” ao questionar se a sociedade adotaria essa tecnologia a tempo de usá-la estrategicamente. Ele afirma que, mesmo reconhecendo a importância de uma nova tecnologia de projeção de poder, pode ser difícil para uma sociedade atingir rapidamente um consenso sobre seu valor estratégico e agir antes dos concorrentes. Lowery examina a importância da velocidade na adoção dessas tecnologias, dado o risco de adversários as dominarem primeiro. Ele menciona casos históricos em que a demora em adotar tecnologias inovadoras, como energia nuclear e aviação militar, quase resultou em desvantagens estratégicas graves. Dessa forma, o autor destaca que o sucesso de uma tecnologia defensiva revolucionária depende não apenas do seu reconhecimento, mas de sua adoção rápida para garantir uma vantagem competitiva.
O capítulo 1.1 de “Softwar” explora a inspiração por trás da tese, partindo de ideias de Nikola Tesla e Henry Ford sobre o uso da eletricidade como forma de defesa e para mitigar causas de guerra. Tesla acreditava que, no futuro, as disputas internacionais poderiam ser resolvidas por meio de máquinas inteligentes que competiriam entre si com energia, em vez de guerras físicas destrutivas. Ford, por outro lado, sugeriu que uma forma de moeda elétrica, fora do controle dos bancos, poderia eliminar uma das causas centrais das guerras.
A tese de Jason Lowery especula sobre a possibilidade de que Bitcoin, através de sua tecnologia de prova de trabalho, represente esse tipo de “softwar”, um protocolo de guerra “suave” que usa a infraestrutura elétrica e a internet para impor custos físicos a adversários no ciberespaço. Essa tecnologia combinaria as ideias de Tesla e Ford, funcionando tanto como uma rede monetária quanto como uma defesa cibernética não destrutiva, sugerindo que talvez estejamos vendo o início de uma nova forma de projeção de poder não letal .
No capítulo 1.2.1 de “Softwar”, Jason Lowery discute a possibilidade de que, se um protocolo de “softwar” (guerra suave) fosse inventado, ele talvez não fosse imediatamente reconhecido por suas implicações militares. Ele argumenta que novas tecnologias de projeção de poder muitas vezes não são vistas como estratégicas quando emergem, devido à falta de familiaridade com suas aplicações em defesa e segurança. Lowery apresenta exemplos históricos, como a pólvora e os aviões, que inicialmente foram subestimados em seu potencial militar. Isso reflete um viés recorrente em que as sociedades tendem a acreditar que futuras guerras se parecerão com as do passado, limitando a percepção sobre novas tecnologias disruptivas. Essa visão reforça a ideia de que um protocolo de “softwar”, como o Bitcoin, poderia ser uma tecnologia de segurança de importância estratégica, mas que as nações poderiam demorar para adotar devido a preconceitos e expectativas ultrapassadas.
Você tem poder sobre sua mente, não sobre eventos externos. Perceba isso, e siga o seu caminho
Politics sucks
Existem fontes melhores sobre esse tema
Comunismo é isso aí. Destruição de tudo
🎴 Dokkodo de Miyamoto Musashi: 21 preceitos de vida do lendário samurai que atravessam os séculos! 🥋
Escrito nos últimos dias de vida, o Dokkodo é um guia de independência e autossuficiência, revelando uma filosofia que vai além do combate. Entre os ensinamentos, Musashi incentiva o desapego material, o foco no presente e a busca constante por disciplina.
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Marmita de presidiário