Deus nĂŁo vai te livrar desse.
Dei uma regulada pra ti, acho que vai encaixar direitinho na tua bunda

Quando bebo, me aparece cada tipo.
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Pensar sobre coisas importantes, como o universo e a verdade, Ă© Ăłtimo. Mas em algum momento, vocĂȘ pode começar a imaginar que o nosso universo estĂĄ sendo controlado por um punhado de demĂŽnios.

Ontem, e amanhĂŁ, e depois de amanhĂŁ, e atĂ© anteontem tambĂ©m existem apenas neste segundo. Somente no momento em que vocĂȘ pensa neles. EntĂŁo, se vocĂȘ quiser escolher a luz amanhĂŁ e dizer adeus Ă s trevas hoje, entĂŁo na realidade vocĂȘ estĂĄ simplesmente escolhendo a escuridĂŁo.

Quer dizer que vc Ă© a favor do genocĂdio em Dombass e tĂĄ quebra do acordo da nĂŁo aproximação da OTAN das fronteiras da RĂșssia. Eu sugiro a vc sair do mundo Woke e estudar histĂłria e geopolĂtica, assim, talvez, parando de apoiar ideias nazi-facistas e, antes que eu esqueça, vĂĄ se foder!
E as pessoas que nĂŁo tem gordura para queimar? VĂŁo morrer de fome?
Foda-se voce e suas ideias, homĂșnculo retardado!
Tanto o vencedor como o vencido
e o vencido sĂŁo
gotas de orvalho,
mas raios de relĂąmpago â
Ă assim que devemos ver o mundo.
O poema de morte de Ćuchi Yoshitaka (1507 - 1551)
Muitas vezes hĂĄ uma discrepĂąncia dolorosa entre a visĂŁo de mundo e a realidade.
- Franz Kafka
O conceito de inferno e tormento sem fim Ă© popular entre aqueles que acreditam que nĂŁo irĂŁo para lĂĄ.
- Ian Brady , serial killer britĂąnico
Vou te contar um segredo:
não tenho mais ninguém.
Andei em cĂrculos na luz branca,
mas nĂŁo vi claridade Ă frente.
Talvez a gente devesse tomar um café?
Não me restam razÔes,
sĂł o vazio que cresce
por trĂĄs da pele imĂłvel do meu rosto.
Ele brilha, orgulhoso,
e sai como de uma deusa.
Entende?
Espero que sim.

As imagens nĂŁo purificadas do dia recuam;
Os soldados bĂȘbados do Imperador estĂŁo na cama;
A ressonùncia da noite recua, a canção dos caminhantes noturnos
Depois do grande gongo da catedral;
Uma cĂșpula iluminada pelas estrelas ou pela lua desdenha
Tudo o que o homem Ă©,
Todas as meras complexidades,
A fĂșria e o lodo das veias humanas.
Diante de mim flutua uma imagem, homem ou sombra,
Sombra mais que homem, mais imagem que sombra;
Para a bobina de Hades amarrada em pano de mĂșmia
Pode desenrolar o caminho sinuoso;
Uma boca sem umidade e sem respiração
Bocas sem fĂŽlego podem convocar;
Eu saĂșdo o sobre-humano;
Eu chamo isso de morte em vida e vida em morte.
Milagre, pĂĄssaro ou obra de ouro,
Mais milagre que pĂĄssaro ou obra de arte,
Plantado no galho dourado estrelado,
Podem cantar como os galos do Hades,
Ou, pela lua amargurada, desprezo em voz alta
Na glĂłria do metal imutĂĄvel
Påssaro ou pétala comum
E todas as complexidades de lama ou sangue.
à meia-noite, na calçada do Imperador, voa
Chamas que nenhum fagote alimenta, nem aço acendeu,
Nem a tempestade perturba, chamas geradas pela chama,
Onde os espĂritos gerados pelo sangue vĂȘm
E todas as complexidades da fĂșria vĂŁo embora,
Morrendo em uma dança,
Uma agonia de transe,
Uma agonia de chamas que nĂŁo consegue queimar uma manga.
Montado na lama e no sangue do golfinho,
EspĂrito apĂłs espĂrito! Os ferreiros quebram a enchente,
As forjas douradas do Imperador!
Mårmores da pista de dança
Quebre as fĂșrias amargas da complexidade,
Essas imagens que ainda
Novas imagens geram,
Aquele mar dilacerado por golfinhos, aquele mar atormentado por gongos.
[ BizĂąncio por William Butler Yeats]
Este espectro sinistro nĂŁo usa nenhuma roupa.
Uma coroa terrĂvel, cheirando a carnaval,
Senta-se estranhamente em seu crĂąnio nu. Sem
Ou esporas ou chicote, ele desgasta seu cavalo
(Um chato fantasmagĂłrico e apocalĂptico,
Nariz espumando como uma bruxa epiléptica).
O par hediondo mergulha implacavelmente pelo espaço,
Pisando no infinito em ritmo alucinante.
A espada flamejante do cavaleiro, enquanto eles avançam,
Derruba vĂtimas que seu corcel nĂŁo conseguiu esmagar,
E, como um prĂncipe inspecionando seu domĂnio,
Ele examina a planĂcie fria e ilimitada do cemitĂ©rio
Onde, na luz exausta de um sol branco e opaco,
Encontram-se todas as raças desde que o homem emergiu da noite.
[Charles Baudelaire, 'Une Gravure Fantastique', poema de Les Fleurs du Mal , 1861.]
foto do meu irmĂŁo, eu sombria e triste como sempre, sentada na cerca que eles construĂram, era inverno na casa dos meus pais. o ano acho que faz uns 10 anos.
Levantar-me-ei e irei agora, e irei para Innisfree,
e construirei uma pequena cabana, de barro e de vime;
Nove fileiras de feijĂŁo terei lĂĄ, uma colmeia para a abelha,
E viverei sozinho na clareira barulhenta das abelhas.
E lĂĄ terei alguma paz, pois a paz vem caindo devagar,
caindo dos véus da manhã para onde o grilo canta;
LĂĄ a meia-noite Ă© um brilho, e o meio-dia um brilho pĂșrpura,
E a noite cheia de asas de pintarroxo.
Levanto-me e vou-me embora, pois sempre de noite e de dia
Ouço a ågua do lago a bater com sons baixos na margem;
Enquanto estou na estrada, ou nos pavimentos cinzentos,
Ouço-a no fundo do coração.
[The Lake Isle of Innisfree de W. B. Yeats]

