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BOIZ N GALZ :: ACHTUNG SALUT :: Say lah say nao cmon bb s-sei Ⓐ Chaos Computer Club Trainee 🏳️‍🌈 19yo LulzSeex CEO: @npub12hhcnh3te6n3ue7zcj53avksnc6cwt9a8jvrf6l4h4kw54rllfqs5mpvq7 Con artist Terzi? Yea unfortunately he crossed my family's way. All you need to know explained by my dad here: @npub192wl5r5v8mt6z69r7upxlq60sl3t7nw0v4tmfxrmrc93nwsn9ccq0e4u4a. We the people demand 4-6!!

Vish tia zuera is let me see on the dictionary

Shit it says ZOEIRA hahahahahahahahahaha

Eu queria comer mais peixe eu queria aprender a pescar na vdd ter uma criação e tal deve ser manero morar na roça pescar todo dia de manha dps de tirar leite fazer meu proprio queijo 😋😋😋 um dia quem sabe aiai

Jah parou p pensar q se misturar azul c vermelho da ROXO???!

Good zuera foi foda dsclp hahahahahahaha

Hi from Hell de Janeiro!!!! 🌞🌞🌞

Eu estou suuuuuuuper good vibe meus dedos estao q nem do Neo hahahahahahahahahahahahahaha

Eu jah ouvi falar msm q eh a melhor q tem e tal mas os politicamente CUrreto n curtem vai entender tchau passarinhos chuinf

Replying to Avatar ish4k

"Mesmo em sistemas políticos que se apresentam como democráticos, indivíduos e grupos que expressam opiniões dissidentes são muitas vezes retratados como contra o interesse da comunidade – e até mesmo como traidores. No entanto, na realidade são os conformistas que estão, por motivações muitas vezes egoístas, agindo contra o interesse da comunidade ao permanecerem em silêncio, mesmo que a comunidade esteja prestes a tomar uma decisão ruim de acordo com seus próprios padrões (ou aqueles aceitos pela maioria). A autocensura é uma estratégia individualmente racional quando os custos de desvio são muito altos – ou seja, quando os dissidentes enfrentam severas sanções sociais ou até mesmo legais. É fácil de ver como uma estratégia individualmente racional pode, nesses casos, levar a um desfecho coletivamente irracional. Se as opiniões que não são expressas estão corretas ou apontam para problemas graves, o dano causado é mais óbvio. Mas mesmo que estejam apenas parcialmente certos ou claramente falsos e enganosos, os membros da maioria perdem a oportunidade de desenvolverem um quadro mais amplo e chegarem a uma melhor compreensão e justificativa de suas próprias opiniões, defendendo-as contra os outros em um debate público aberto. Isso, é claro, resume em essência o famoso argumento de John Stuart Mill em favor da liberdade de expressão, que repousa em três reivindicações: que podemos ser falsos, que mesmo opiniões falsas podem conter verdades parciais, e que há um perigo constante de se decair no dogmatismo (Mill, 1989, cap. 2). Portanto, o argumento de Mill pode também ser reformulado – e radicalizado – para a importância de uma esfera pública aberta, vibrante e controversa. O fenômeno pelo qual grupos, especialmente depois de terem assegurado poder institucionalizado, resistem a esse tipo de questionamento, agarrando-se às suas formas estabelecidas de pensar e agir e submetendo, assim, os 'primeiros a se mexerem', os 'denunciantes' e outros dissidentes a custos especialmente altos, pode ser entendido como uma forma de conservadorismo coletivo. As instituições políticas e da sociedade civil têm de encontrar uma escapatória desse beco sem saída, criando contextos institucionais e esferas públicas alternativas que favoreçam a expressão de opiniões dissidentes. Basear-se em supostas 'opiniões de

especialistas' e no que a visão da maioria parece exigir pode levar à supressão de controvérsias potencialmente produtivas e, assim, tornar impossível considerar, ou mesmo perceber, enquadramentos alternativos do problema e de potenciais soluções. Nesses casos, mesmo uma voz dissidente já pode fazer uma enorme diferença e ter uma espécie de efeito de abertura de mundo, com isso potencialmente transformando os termos do debate político. Claro, nem toda forma de dissidência e desvio é boa ou leva a controvérsias produtivas ou a processos de aprendizagem. Mas, na maioria dos casos, aqueles no poder parecem estar numa posição particularmente ruim (politicamente, mas também em termos epistêmicos) para avaliar a razoabilidade das opiniões dissidentes (Frederick Schauer chama isso de 'argumento da incompetência governamental') (Schauer, 1982, p. 86)."

-- ROBIN CELIKATES

https://www.revistas.usp.br/matrizes/article/view/223351

Cara CONSERVADORISMO COLETIVO pode crer CRL vou esfregar essa materia na cara do meu professor amanha hahahahahahahahahahahaha

AI tem gente q eu nem sei pq estou seguindo na moral tipo OI???!!