Não está errado, um cidadão da Finlândia que fale 3 idiomas e faça cálculos de cabeça é considerado um cidadão médio. Só no nosso querido chimpanzil somos tratados como deuses por ter algum conhecimento básico.
Mais uma justificativa pra eu usar óculos escuros a noite
Boa sorte e que São Satoshi lhes abençoe
Eu chamaria mais de regional, duvido muito que a LATAM, África e as regiões isoladas da Ásia gerem ou participem de algum conflito
No restante do mundo:
Klaus Schwab
George Soros
Família Rothschild
No Brasil:
Família Marinho
Família Odebrecht
Todos os donos dos bancos brasileiros.
>Nasci com um biotipo que não me permite emagrecer de forma fácil.
>Nasci na cor errada.
>Nasci país de pobreza financeira e cultural.
>Nasci de uma família com 0 estrutura
>Fui diagnosticado com autismo e TDAH.
>Nasci feio.
EU SIMPLESMENTE NÃO TENHO RAZÕES PRA SER FELIZ.
Soros além de tudo financia um programa que paga fiança de viciados em drogas para libertá-los da prisão, quem duvida de que essa atituda tenha consequências sociais graves está com o cérebro deturpado a muito tempo.
O ingresso custando 30 paus
Vi isso no Facebook e gostaria de compartilhar com vocês
Como seria a justiça no Anarcocapitalismo? Essa foi a pergunta que eu recebi esses tempos, então fiquei intrigado para fazer uma pequena explicação.
Segue abaixo 🐍👇
No anarcocapitalismo, a justiça seria organizada de forma descentralizada e baseada em contratos privados, sem a presença de um Estado central para controlar ou regulamentar o sistema. Leia com atenção, para melhor entendimento:
1. Agências Privadas de Justiça e Segurança
Empresas ou associações privadas ofereceriam serviços de proteção, investigação e resolução de disputas. Essas agências competiriam no mercado, buscando oferecer serviços de alta qualidade a preços competitivos.
2. Contratos Voluntários
Pessoas e empresas fariam acordos contratuais para definir regras de convivência, arbitragem e reparação de danos. Esses contratos seriam juridicamente vinculantes e acordados de forma voluntária entre as partes.
3. Tribunais Privados e Arbitragem
Em vez de tribunais estatais, haveria tribunais privados e árbitros especializados em resolver disputas. As partes envolvidas escolheriam o árbitro ou tribunal com base na reputação, imparcialidade e eficiência.
4. Reputação como Fator Regulador
A reputação das pessoas, empresas e agências seria fundamental. Aqueles que não cumprissem os contratos ou agissem de forma injusta seriam boicotados ou excluídos do mercado, o que funcionaria como um mecanismo de autorregulação.
5. Indenização e Reparação
Em vez de punição estatal, a justiça seria focada na reparação de danos à vítima. O agressor seria obrigado a compensar financeiramente ou de outra forma, de acordo com o contrato ou decisão do tribunal escolhido.
6. Segurança Descentralizada
Empresas de segurança privadas protegeriam indivíduos e propriedades. Em caso de crimes, elas poderiam investigar e colaborar com tribunais privados para buscar uma solução.
7. Mecanismos de Mediação
Antes de recorrer a tribunais, disputas poderiam ser resolvidas por meio de mediadores neutros, que ajudariam as partes a encontrar uma solução mutuamente aceitável.
Esse modelo seria sustentado pela concorrência no mercado, incentivando eficiência e justiça. No entanto, os críticos ao anarcocapitalismo apontam possíveis problemas, como desigualdade de acesso à justiça e potenciais conflitos entre diferentes sistemas jurídicos. Porém, esses argumentos falham ao ignorar que a justiça estatal também enfrenta os mesmos problemas, muitas vezes de forma agravada.
1. Desigualdade de Acesso à Justiça
No sistema estatal: A desigualdade é evidente, já que o acesso à justiça geralmente é caro, lento e burocrático. Pessoas de baixa renda têm dificuldade em contratar advogados ou enfrentar processos longos. Além disso, o Estado tem o monopólio da justiça, o que impede alternativas mais baratas e eficazes.
No anarcocapitalismo: Com a concorrência de várias agências e tribunais privados, haveria uma ampla gama de preços e serviços. Empresas teriam incentivos para atender todos os públicos, desde os mais ricos até os menos favorecidos, oferecendo soluções acessíveis e eficientes.
2. Conflitos entre Sistemas Jurídicos
No sistema estatal: Mesmo dentro de um único país, diferentes tribunais podem ter decisões conflitantes, e recursos podem levar anos para serem resolvidos. Em casos internacionais, as disputas entre jurisdições são ainda mais complexas.
No anarcocapitalismo: Embora sistemas jurídicos diferentes possam existir, as partes envolvidas teriam incentivos para escolher tribunais ou árbitros reconhecidos pela imparcialidade e eficácia. Além disso, conflitos seriam resolvidos de forma cooperativa, já que nenhum sistema poderia se impor pela força.
3. Eficiência e Justiça
No sistema estatal: A justiça estatal é notoriamente lenta, ineficiente e propensa a corrupção, especialmente em países com governos autoritários ou sistemas jurídicos sobrecarregados.
No anarcocapitalismo: A concorrência incentiva as empresas a fornecerem serviços mais rápidos, eficientes e justos. Uma agência que falhar em ser ética ou eficaz perderá clientes e será excluída do mercado, algo que não acontece com o monopólio estatal.
Portanto, os críticos ignoram que a justiça estatal já apresenta desigualdades e ineficiências estruturais, enquanto o modelo anarcocapitalista oferece alternativas mais flexíveis e ajustáveis às necessidades dos indivíduos. A descentralização e a concorrência corrigem falhas que no sistema estatal são inerentes e perpetuadas pelo monopólio do poder.
Se você leu até o final, parabéns! Você aprendeu mais sobre o anarcocapitalismo.
Espero que tenham gostado dessa explicação, qualquer pergunta será respondida aqui nos comentários.
Obrigado por ler.
Deve ser o mesmo indivíduo que foi na loja da Apple reclamar que o X (falecido Tweeter) ainda estava funcionando no seu celular.
NÃO ACEITAMOS PIX E CARTÃO https://video.nostr.build/14bf3361aca3b38924ecaa6eecb08300e60837a157f6e339440a5084ca8669f6.mp4
Aceitamos alférez de prata e ouro, vacas e galinhas
Pode até fazer mas o contingente de homens está defasado, eles focaram em estudos de gênero e ideologia do que treinamento tático.




