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Thiago
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Congresso Nacional Israelita Brasileiro(CONIB) repudia declaração do ex-deputado José Genoíno

"A CONIB repudia veementemente declarações do ex-deputado José Genoíno, que, em live para o site Diário do Centro do Mundo (DCM), pediu boicote contra “empresas de judeus”. É uma fala antissemita, e o antissemitismo é crime no Brasil. O boicote a judeus foi uma das primeiras medidas adotadas pelo regime nazista contra a comunidade judaica alemã, que culminou no Holocausto. A CONIB mais uma vez apela às lideranças políticas brasileiras que atuem com moderação e equilíbrio diante do trágico conflito no Oriente Médio pois suas falas extremadas e em desacordo com a tradição da política externa brasileira podem importar as tensões daquela região ao nosso país."

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Javier Milei discursa em fórum econômico mundial dublado com sua própria voz com uma I.A.

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CONIB repudia declaração do ex-deputado José Genoíno

"A CONIB repudia veementemente declarações do ex-deputado José Genoíno, que, em live para o site Diário do Centro do Mundo (DCM), pediu boicote contra “empresas de judeus”. É uma fala antissemita, e o antissemitismo é crime no Brasil. O boicote a judeus foi uma das primeiras medidas  adotadas pelo regime nazista contra a comunidade judaica alemã, que culminou no Holocausto. A CONIB mais uma vez apela às lideranças políticas brasileiras que atuem com moderação e equilíbrio diante do trágico conflito no Oriente Médio pois suas falas extremadas e em desacordo com a tradição da política externa brasileira podem importar as tensões daquela região ao nosso país."

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"Departamento de Justiça dos EUA reage à fala de Lula enviando cópia de acordo com a Petrobras.

Consultado pelo Metrópoles, o DOJ não respondeu diretamente à acusação feita pelo presidente sobre um possível complô para prejudicar a estatal.

A porta-voz, no entanto, enviou o acordo da petroleira com a justiça americana e sugeriu a leitura dos fatos ali narrados."

(Via: Samuel Pancher - Metrópoles) #press

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"O simbolismo da retomada das obras de Abreu e Lima." (CNNBrasil) #press

https://video.sonet.ws/videos/watch/e15c43b8-6800-4ffd-9492-ffe9b3d20eb7

E não que eu achei um oasis de liberdade no Mastodon.

https://www.fediverse.to/liberdon-com/

Está confirmado que o video que circula nas redes sociais é sim do padre Júlio Lancellotti.

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https://w3.do/OInxVEBr

Kkkkkkk 😂

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Ah, não seja tão cético. O esquema é ocupar espaços com filiais. Mas a nosso matriz será sempre o Nostr. Lembre-se que não se pode colocar ovos em um só cesto.

Para não ser perseguido no Mastodon. A dica é se registrar em instâncias (servidodelores) biticonheiro, republicano e libertário.

Obs: Procure em inglês.

The Brazil that should not have returned

Editorial, O Estado de S. Paulo (jan/19th/2024)

At a time when no oil company in the world dares to invest in new refineries, Lula intends to bet his chips on resuming the Abreu e Lima works to rewrite the past President Lula da Silva decided to continue his travels through the interior of the country. The route passed through Ipojuca (PE), to celebrate the expansion works at the Abreu e Lima Refinery. For Lula da Silva, there is no better place to announce from the rooftops that “Brazil is back”. The problem is that the Brazil that is back is the Brazil that would never have come back.

In his desire to expand investments and generate jobs, Lula, in his first two terms, decided that he would make Petrobras an arm at the government's service to execute grandiose (and very expensive) plans to supposedly boost national development. Several ambitious projects were announced, such as the Rio de Janeiro Petrochemical Complex (Comperj), the Premium I and II Refineries, in Maranhão and Ceará, and the Abreu e Lima Refinery, in Pernambuco.

The idea was to achieve self-sufficiency in fuel production and reduce prices, taking advantage of the company's dominant position in this market. What the government deliberately ignored was that oil derivatives fluctuate according to the price per barrel abroad and the behavior of the exchange rate, fundamental factors in defining the economic viability of each project.

As a mixed-capital company, Petrobras submitted the proposals to the Board of Directors, which would be able to evaluate their costs and benefits and their fit with the company's operating strategy. The government, however, abused its majority stake in the company to impose its will on private shareholders.

Remembering this context is extremely relevant at a time when the government is trying to rewrite recent history. In the PT version, if it weren't for the operation led by judge Sérgio Moro, all Petrobras works would have been completed and the country would be at another level of economic development.

In the delusional PT version, Moro would have used Lava Jato to undermine the growth of the country and the oil company to serve North American interests. Given that the investigation has fallen into total discredit, there is nothing more fair than resuming the original plans. Lula's fable ignores the fact that Petrobras was already in trouble even before the creation of the ill-fated Curitiba task force.

The slowdown in the Chinese economy since 2009 brought down commodity prices, including oil, and eroded much of the return on Petrobras projects. As if that weren't enough, the company began to be used as an instrument to control inflation, selling fuel at prices lower than those charged abroad. The devaluation of the exchange rate worsened the losses and took its debt to unsustainable levels. Unable to finance themselves, the pharaonic works began to delay, and some were never started.

There was no way for Petrobras to reconcile the two functions that the government expected of it – being an investment arm and an instrument of monetary policy – without losing a lot of money. In this sense, between 2011 and 2014, Petrobras accumulated losses of around R$100 billion, much more than the losses recognized in the balance sheet due to the Lava Jato discoveries, of around R$6 billion.

In the case of Abreu e Lima, there were other aggravating factors. The partnership with the Venezuelan PDVSA, announced in 2005 by Lula and leader Hugo Chávez, was never formalized, and the responsibility for the refinery remained entirely with Petrobras.

The cost of construction exploded, the works dragged on for nine years and construction company executives reported overpricing and bribes to various parties in the petrolão scheme. Finally, the installed capacity was reduced to half of the original project, which made Abreu e Lima one of the most expensive and least productive refineries in the world – so much so that Petrobras, when it wanted to get rid of the asset, was unable to sell it to nobody.

Now, when no company in the world dares to invest in new refineries, it is in this project that the government intends to bet its chips. Whether because he intends to take revenge on the Lava Jato gang, or because he wants to rewrite history, Lula resumes a project that was supposed to cost US$2.5 billion, consumed almost US$18.5 billion, was supposed to be ready in 2011 and remains unfinished, becoming a symbol of the lulopetist hubris that ruined the country.

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O Brasil que não deveria ter voltado

Editorial, O Estado de S. Paulo (19/01/2024)

No momento em que nenhuma petroleira no mundo ousa investir em novas refinarias, Lula pretende apostar suas fichas na retomada das obras de Abreu e Lima para reescrever o passado

O presidente Lula da Silva decidiu retomar as viagens pelo interior do País. O roteiro passou por Ipojuca (PE), para celebrar as obras de ampliação da Refinaria Abreu e Lima. Para Lula da Silva, não há melhor local para anunciar aos quatro ventos que “o Brasil voltou”. O problema é que o Brasil que está de volta é o Brasil que jamais deveria ter voltado.

Na ânsia de ampliar investimentos e gerar empregos, Lula, em seus dois primeiros mandatos, decidiu que faria da Petrobras um braço a serviço do governo para a execução de grandiloquentes (e caríssimos) planos para supostamente impulsionar o desenvolvimento nacional. Vários projetos ambiciosos foram anunciados, como o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), as Refinarias Premium I e II, no Maranhão e no Ceará, e a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

A ideia era obter a autossuficiência na produção de combustíveis e reduzir seus preços, aproveitando-se da posição dominante da companhia nesse mercado. O que o governo deliberadamente desconsiderava é que os derivados de petróleo flutuam conforme a cotação do barril no exterior e o comportamento do câmbio, fatores fundamentais para definir a viabilidade econômica de cada projeto.

Como uma empresa de capital misto, a Petrobras submeteu as propostas ao Conselho de Administração, que teria condições de avaliar seus custos e benefícios e o enquadramento na estratégia de atuação da empresa. O governo, no entanto, abusou de sua participação majoritária na companhia para impor suas vontades aos acionistas privados.

Lembrar esse contexto é extremamente relevante no momento em que o governo tenta reescrever a história recente. Na versão petista, não fosse a operação liderada pelo juiz Sérgio Moro, todas as obras da Petrobras teriam sido concluídas e o País estaria em outro patamar de desenvolvimento econômico.

Na delirante versão petista, Moro teria usado a Lava Jato para minar o crescimento do País e da petroleira para atender a interesses norte-americanos. Dado que a investigação caiu em total descrédito, nada mais justo que retomar os planos originais. A fábula de Lula ignora o fato de que a Petrobras já estava em maus lençóis antes mesmo da criação da malfadada força-tarefa de Curitiba.

A desaceleração da economia chinesa a partir de 2009 derrubou os preços das commodities, inclusive do petróleo, e corroeu boa parte do retorno dos projetos da Petrobras. Como se não bastasse, a companhia passou a ser usada como instrumento para controle da inflação, vendendo combustíveis a preços inferiores aos cobrados no exterior. A desvalorização do câmbio agravou os prejuízos e levou seu endividamento a níveis insustentáveis. Sem condições de se financiar, as faraônicas obras começaram a atrasar, e algumas nunca foram iniciadas.

Não havia como a Petrobras conciliar as duas funções que o governo esperava dela – ser um braço dos investimentos e um instrumento da política monetária – sem perder muito dinheiro. Nessa toada, entre 2011 e 2014, a Petrobras acumulou prejuízos da ordem de R$ 100 bilhões, muito mais que as perdas reconhecidas em balanço em razão das descobertas da Lava Jato, de cerca de R$ 6 bilhões.

No caso de Abreu e Lima, houve outras agravantes. A parceria com a venezuelana PDVSA, anunciada em 2005 por Lula e o caudilho Hugo Chávez, nunca foi formalizada, e o ônus da refinaria ficou todo com a Petrobras. O custo de construção explodiu, as obras se arrastaram por nove anos e os executivos das construtoras relataram superfaturamentos e propinas a diversos partidos no esquema do petrolão.

Por fim, a capacidade instalada foi reduzida à metade do projeto original, o que fez de Abreu e Lima uma das refinarias mais caras e menos produtivas do mundo – tanto que a Petrobras, quando quis se livrar do ativo, não conseguiu vendê-lo a ninguém.

Agora, quando nenhuma empresa no mundo ousa investir em novas refinarias, é nesta obra que o governo pretende apostar suas fichas. Seja porque pretende se vingar da turma da Lava Jato, seja porque quer reescrever a história, Lula retoma um projeto que deveria custar US$ 2,5 bilhões, consumiu quase US$ 18,5 bilhões, deveria ficar pronto em 2011 e permanece inacabado, tornando-se símbolo da húbris lulopetista que arruinou o País.

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Como têm muitos esquerdistas no Mastodon. Achei um macete para não ser banido das instâncias pêlos esquerdistas. Apenas procure por perfis repúblicanos e libertários, claro em inglês. E copie as instâncias em que eles se registraram. Alguns não permitem registro mas se procurar você acha.

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