Lembro dos anos 2000.
Parecia ridículo e absurdo dizer que Hugo Chávez levava a Venezuela à miséria.
O país vendia petróleo e recebia fortunas.
Chávez promovia ingerência descarada nos assuntos internos de outros países.
Financiava terroristas e baderneiros na América Latina.
Hoje a Venezuela está em ruínas.
E os venezuelanos, que já foram tão ricos, hoje vagam pela região.
Famintos, desempregados e sem rumo.
O socialismo é o regime mais destrutivo e traiçoeiro que a humanidade já concebeu.
A saída é educar a sociedade.
Educar as pessoas para ser livres: isso não depende de governo algum.
Você pode muito bem fazer isso.
Não gastem seu tempo batendo boca com os agentes do regime brasileiro.
Como por exemplo os ministros do STF.
Ou com Rodrigo Pacheco, o senador mais covarde, interesseiro e traiçoeiro da história.
Ou com Lula, o presidente sem legitimidade e de enorme histórico criminoso.
Essa gente só merece nosso profundo desprezo.
São traidores da sociedade.
Não adianta gritar com eles na esperança de acordar suas tristes almas, aquecer seus frios corações.
São indiferentes e arrogantes.
Podemos nos livrar deles através do voto.
E conscientizando a sociedade, mostrando a todos o mal que essa gente está fazendo.
É o que podemos fazer.
Ou aguardar pelo dia em que teremos de dividir com os venezuelanos a comida que encontramos no lixo.
A eleição de Donald Trump é uma grande notícia para o povo que se quer livre.
Mas de nada vai adiantar enquanto houver gente suficiente para eleger bandidos liberticidas.
Vejam as favelas tomadas pelo narcotráfico.
E parem para pensar numa pergunta.
Vocês já se deram conta de que são territórios praticamente separados do Brasil?
Na prática, não respondem às leis brasileiras.
O estado brasileiro não entra nesses lugares.
Esses territórios em guerra constante uns contra os outros.
E tudo isso tem o apoio do STF que proibiu ações policiais nas favelas cariocas.
O mesmo STF que inocenta corruptos e solta narcotraficantes.
O mesmo STF que condena a penas monstruosas e desumanas os verdadeiros inocentes.
Estou lhes dizendo que o Brasil acabou.
Não precisam acreditar em mim.
Basta olhar para o que está acontecendo.
Escrever aqui é um exercício divertido para mim.
Mas às vezes é cansativo.
Por isso tenho que dar um tempo de vez em quando.
Mas volto.
O regime brasileiro quer levar a sociedade para o abismo.
Não se pode negar que está trabalhando muito para isso.
O resultado está nas derrotas eleitorais nas eleições 2024.
Mas o regime não aprendeu nada com sua soberba criminosa.
Está pedindo para perder de novo em 2026.
Fará por merecer a derrota.
Continuo tentando configurar minha conta para receber zaps e sats.
Vamos ver se vai.
lightheartedimpression535148@getalby.com
Quais lições você está aprendendo com os crimes da ditadura brasileira?
Eu aprendi que nenhum governo vai respeitar o que conquistei.
E que tenho de tomar minha própria iniciativa para proteger minhas conquistas.
Meu dinheiro, minhas posses, minha liberdade, minha vida.
Porque a qualquer momento um membro do governo pode rasgar as leis em vigor e usar seu poder para perseguir inocentes.
Sem que ele sofra represália alguma por seus crimes e ainda seja blindado para continuar a cometê-los.
E você?
O que está aprendendo?
Mais uma demonstração de que não vale a pena colaborar com ditaduras.
Esse homem não é apenas inocente.
Continua tendo de usar tornozeleira.
Por quê?
Porque, do alto de sua soberba, Alexandre de Moraes ama sua fantasia de "herói da democracia".
Por isso ele sobrecarrega o estado brasileiro com decisões ilegais que um dia precisarão ser reexaminadas e anuladas.
Valeu a pena fazer tantas vítimas em troca de fazer o estado brasileiro passar vergonha, Alexandre?
Miséria, derrota, vergonha, escravidão.
Eis o que o socialismo realmente busca para a sociedade.
Por quê tanta gente ainda vota para que isso aconteça?
Ou alguém esperava algo diferente de um bandido de soberba incorrigível voltando à cena do crime?
As próximas gerações têm de ser educadas para que isso nunca mais volte a acontecer.
Ou têm que se habituar a comer lixo, como os venezuelanos fazem.
É espantoso ver quanta gente quer ver o Brasil de joelhos para o terror.
Fazem isso votando em Lula, o presidente ilegítimo que deveria estar na cadeia.
E em seu partido que não passa de um sindicato do crime.
Edmundo Gonzalez deve assumir a presidência da Venezuela no dia 10 de janeiro.
Ele foi eleito e a ditadura genocida de Nicolás Maduro sabe disso.
Tanto que Maduro não conseguiu provar que "venceu".
Uma vez empossado, Gonzalez tem de chamar ajuda internacional urgente.
Forças estrangeiras têm de ser chamadas para desinfetar a Venezuela e livrar o país do veneno chavista.
Do mesmo jeito que a Alemanha precisou fazer para se livrar do nacional-socialismo após a segunda guerra mundial.
Quanto à deposição forçada de Maduro, deixem as esquerdas esperneando e chorando.
O quê as esquerdas fizeram de concreto para ajudar a Venezuela?
O comunismo é um nazismo "socialmente aceito".
CHANGE MY MIND
Foi para isso que o eleitorado apertou o 13 na urna?
Por muito menos, Bolsonaro foi xingado de tudo.
Desde "saco de bosta" até "genocida".
Os congressistas têm de chamar Nisia Trindade para se explicar.
E é urgente.
Fazê-la passar embaraço em público.
Do mesmo jeito que Marina Silva passou.
Acho que finalmente consegui configurar uma conta pra receber sats.
lightheartedimpression535148@getalby.com
Cidadão que apoia as decisões criminosas de Lula é como uma galinha que torce pela raposa.
Lula não tem legitimidade para se dizer presidente.
CHANGE MY MIND.
Comunismo, socialismo, fascismo, nazismo.
Esses irmãos gêmeos são criminosos e farsantes.
Começam com a sede pelo poder e terminam destruindo o país.
Mentiras, fome, desilusão, opressão, exílio, escravidão, censura, milhões de mortos.
Deixam para trás uma sociedade traumatizada pelo horror.
E um ditador que certamente amava muito a sociedade.
Converse com o deputado federal e o senador de sua confiança.
A emissão em papel do comprovante do voto é um passo importante para intimidar fraudadores.
Assim a fraude ocorrida em 2022 tem chances pequenas de se repetir.
A mudança tem de ocorrer agora mesmo.
Para valer nas eleições de 2026.