A frase de Millôr Fernandes expõe, com ironia, a lógica histórica da relação entre Estado e contribuinte no Brasil. A carga tributária elevada, combinada à baixa percepção de retorno em serviços públicos, transforma o cidadão em financiador de ineficiências. Ao chamar o pagador de impostos de “contribuinte”, o sistema suaviza um processo essencialmente coercitivo, marcado por pouca transparência, complexidade fiscal e escassa responsabilização do gasto público.

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