Dei uma lida nos comentários.
Algumas percepções para garantir que se fale na mesma língua e minhas impressões:
1. Moral e ética, embora N distinções apontadas por palestrantes motivacionais em encontros empresariais, seguidas por apostilas para concursos, são a mesma coisaw. Os termos apenas tem origem etimológica distinta.
2. Não existe moral sem Deus. A herança dos preceitos morais de uma sociedade deísta é tão profunda que talvez seja difícil para um ateu visualizar que não há como formular moral atéia, mas isso é um fato que pode ser deduzido logicamente.
3. Isso não quer dizer que um ateu não possa seguir preceitos morais divinos. Aliás, aviso aos cristãos, aspirantes a cristão e demais defensores do bom agir conforme a sua consciência e de acordo com a suposta moral secular que dizem existir: - O diabo n se opõe à moral cristã em si. O faz, essencialmente, para irritar Deus. Contudo,, se você seguir os preceitos morais cristãos apartados da sua origem, rejeitando a graça, o diabo igualmente se alegra, pois sabe que você nega a autoridade de Cristo sobre aqueles preceitos e isso lhe garantirá destino similar ao dos que os negam por completo.
4. Não é a informação e nem a tecnologia, que criaram o mundo moderno quase secular. Até porque grande parte desse desenvolvimento teve origem em instituições eclesiásticas. O mundo moderno/contemporâneo secular teve origem filosófica. Houve design intelectual para que assim se desenvolvesse. A informação, no máximo, contribuiu no seguinte sentido: A grande quantidade de campos de estudo e a necessidade de aprofundamento e especialização fez com que se abandonasse o estudo do básico, isso é uma contribuição acidental e indireta, mas não fundamentalmente oposta à fé e à religiosidade.
5. Na minha percepção, o modelo moderno está cansado. Estamos iniciando um segundo renascimento, onde o secularismo vai diminuir sensivelmente.