Sinto falta de perfis que falem de outras coisas por aqui, não só cripto, tirania estatal e privacidade.
Discussion
Eu falo sobre um monte de coisa, até sobre futebol. O foda é que falar sobre coisas fúteis cá ainda é mal visto, o preço de ser "baseado" é viver fixado em temas específicos.
Falar de animes e mangás = vagabundagem.
Falar de futebol = alienação.
Falar de música = chatice.
Falar de filosofia = 🥱.
Falar de religião = tabu.
Sobra postar foto de comida, falar de economia e criptoeconomia, de política e mal do Bostil.
tema política ta bombando, mas acaba em 2 semanas. só vai sobrar cripto e falar mal do Bostil.
Estamos vivendo em circulos sem dar conta.
estamos vivendo como escravos...mas já entendemos isso, parcialmente
Aqui tem a mesma lógica de ciclos do Bitcoin, isso é algo que reparei, é o correto pois significa que a rede não induz usuários ao vício. Tal como o Bitcoin reage ao mercado legacy quando há indícios de crises, aqui idem sobre a seara informacional quanto as redes legacy.
A pertinência de alguns temas tenderá a acabar quando mais bolhas vierem para cá, o que é inevitável, é questão de tempo, na próxima crise informacional aqui terá mais um boom pequeno, o boom grande de pessoas rumando ao Nostr virá com a falência definitiva do Facebook e com a decadência inevitável do Instagram, daqui uns 4 ou 5 anos.
É foda.. Pelo menos naquele relay que parece o Reddit, eu vejo assuntos mais variados.
Eu criei o /football e o /anthropologystr
O primeiro está engatinhando, é a primeira comunidade do Nostr voltada a futebol, a segunda está vazia e a ideia é trazer algo que já existe no Facebook, porém com menos macaqueamento em tentativa de evitar a cultura de palpitagem sobre a bioantropologia. Lá no Facebook é um horror, um monte de palpiteiro que aprendeu ontem sobre fenótipos humanos, através de sites de catálogos sobre, somente, e começam a sair por aí querendo classificar tudo e todos com base em intuição e comparativismo sobre fotos, sem método, sem rigor, etc e etc.
Aí isso é os caras sendo chatões.
Ignora eles.