Há várias anos que eu debato isto, mas para aquelas pessoas que vivem no fantástico mundo dos unicórnios cor-de-rosa, um bom trecho e obra do artista para refletir.
E nem sempre a ignorância é uma bênção...
“Vivemos em plena distopia digital: será que nos damos conta disso?
Se a informação personalizada que cada utilizador recebe no seu feed (que é construída tendo por base a categorização do seu perfil psicológico) tem o poder de o persuadir com grande eficácia no momento da aquisição de determinado produto ou serviço, onde começa e termina o livre arbítrio? Se a informação personalizada que recebe, por vezes de forma intencionalmente tendenciosa, tem o poder de alterar algo tão importante como a sua intenção de voto – e influenciar, assim, o curso histórico de um país – então qual a linha que separa, na sua mente, o que é real do que é virtual?"