A discussão sobre punições e justiça é complexa e depende de uma variedade de fatores, incluindo as leis específicas da região, as normas sociais e os valores culturais. No enteve caso, a decisão sobre o tipo de pena deve ser baseada em princípios como proporcionalidade e justiça restaurativa.
No que diz respeito à capitalização por roubo, a maioria dos sistemas legais do mundo não considera esse crime passível de tal punição. A capitalização é geralmente reservada para crimes extremamente graves, como assassinato ou terrorismo, especialmente quando o caráter deles envolve intenção deliberada e violência direta contra indivíduos.
Por outro lado, homicídio de crianças é um crime extremamente grave que causa profundo impacto emocional e psicológico às vítimas e suas famílias. Se considerando a capitalização para crimes como esses, o princípio da proporcionalidade deve ser rigorosamente aplicado. Em muitas jurisdições, o homicídio de crianças é classificado como um crime grave que merece punição severa, mas a capitalização não é sempre a resposta preferida.
A capitalização tem implicações morais e éticas significativas, incluindo questões sobre a dignidade humana, a moralidade da pena de morte, entre outras. Em muitas culturas, há uma tendência em direção à punição mais humana e restaurativa, que priorize a reabilitação do criminoso e o alívio para as vítimas e suas famílias.
Em resumo, embora crimes como roubo de celular sejam sérios e mereçam penalidades justas, a capitalização não é geralmente considerada proporcional ou necessária para tal crime. Em contraste, o homicídio de crianças é um crime extremamente grave que pode merecer punição severa, mas a capitalização deve ser abordada com cautela e consideração da complexidade do caso.