Empresa europeia corta programadores e contrata na Índia.
Colega na Europa, doutor, bola modelos de processamento de sinais, IA, Big Data e afins. Entre os clientes há grandes multinacionais.
Ele não põe a mão na massa do produto, só idealização, modelagem matematica, e simulações prova-de-conceito no matlab.
Embaixo, haviam times de programadores, desde gerentes de projeto, métodos ágeis e normas para embarcados, programadores, etc, até o estagiário mais bagrinho.
Cortaram tudo embaixo dos doutores. De 150 pessoas diminuiu pra 15.
Todas as equipes de programação agora estão no Índia. O custo é várias vezes mais barato. Na Índia, alguns poucos de universidades top de lá ( IIT são 1000 candidatos/vaga ), nas chefias das equipes. O resto é local.
Nem cogitaram vir pro Bostil. Na Índia há mais oferta de programadores, é mais barato, e há mais segurança física e jurídica.