A socióloga, Nisia Trindade, está aplicando as emendas do novo tratado paândemico da OMS.

O artigo 17.º diz respeito à chamada informação falsa: “As Partes ( os países) se comprometem a aumentar a ciência, a saúde pública e a alfabetização pandêmica da população, bem como o acesso a informações sobre pandemias e seus efeitos - e combater informações falsas, enganosas ou desinformação, inclusive por meio da promoção da cooperação internacional“.

Esse é o plano de domínio global da OMS, o modelo “perfeito” que será aplicado será o do regime comunista chinês. Certificado digital de vacina global, quarentenas em campos de isolamento, remoção de pessoas “doentes” de suas casas à força, permissões do estado para poder se locomover, entre outras restrições drásticas que irão impactar a vida de todos.

A OMS também já mudou as definições de termos como “vacina” e “pandemia” justamente no decorrer da Covid, para que esse tratado funcione sem que seja uma verdadeira pandemia e sim somente surtos.

O poder de decisão e a autonomia dos Estados em relação aos tratamentos de saúde, restrições, obrigações e, obviamente, à liberdade de escolha individual do cidadão de tratamentos, passaria a ser decidido pelo governo único de saúde mundial.

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