É evidente que, ao se tratar de uma invasão de propriedade ou de uma ameaça à vida, o sexo do agressor é irrelevante — não importa se é um homem ou uma mulher, tampouco se é um tirano ou uma tirana atentando contra a sua liberdade. O que importa é avaliar objetivamente a situação.
Por exemplo, se uma mulher lhe der um tapa no rosto, não se justifica responder com outro tapa, uma vez que a força física de um homem, via de regra, é significativamente superior. Nessa circunstância, espera-se que conter a agressora, como segurando seus braços, seja uma resposta suficiente e proporcional.