Há seis meses, Portugal estava em seca extrema e com a água racionada, culpavam as mudanças climáticas e políticos da necessidade de construção de novas barragens.

Passados 6 meses, o inverno foi abundante em chuva, as barragens são obrigadas a libertar água, provocando ainda mais inundações.

Depois existem alguns iluminados, dizem que as mudanças climáticas também são os responsáveis pelas inundações.

Portugal é um país esquizofrénico, o problema não são as mudanças climáticas, mas sim a falta de neurónio da classe política, do planear a longo prazo. Agora todos os políticos já esqueceram dos projetos de construir novas barragens, só vão voltar a recordar, quando voltarmos a ter seca.

O que está a acontecer, é criminoso, milhões de m3 de água doce estão a ir para o mar, água doce é riqueza e progresso, não pode ser desperdiçada, é essencial construir novas barragens.

Um bom exemplo é a Barragem do Alqueva, demorou mais de 50 anos a sair do papel e a para ser construída, mas revolucionou por completo o Alentejo, possivelmente foi a obra mais importante deste século na região.

https://www.rtp.pt/noticias/pais/mau-tempo-autoridades-vigiam-caudal-das-barragens_v1642722

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É preciso mais barragens, como por exemplo a Barragem de Girabolhos, usar mini-hidricas para aproveitar o caudal ecológico das grandes centrais e adaptar centrais antigas para fazerem bombagem

E possivelmente, criar canais para transvaso, quando as barragens do norte estiverem cheias, enviam água para o sul.

Estou convencido que isto é intencional. Fabricar o problema para depois vender a agenda das alterações climáticas. Faz-me lembrar os centros das cidades portuguesas, cada vez menos áreas verdes e zonas de sombra para que se crie uma sensação térmica superior. Além disso ainda temos a geo-engenharia que acredito que possa estar a contribuir para a criação fenómenos climáticos locais.

Concordo. Hoje as alterações climáticas, são os deuses no passado, era um bode expiatório. Quando não tinham uma conhecimento/justificação plausível para os acontecimentos naturais, como a chuva ou os relâmpagos, acabavam por responsabilizar os deuses, que estavam zangados.