
Traições sem fim
Mendonça também negou pedido da defesa para soltar Cleriston
A defesa de Cleriston Pereira da Cunha, morto no presídio da Papuda, em Brasília, onde estava preso desde janeiro por participar das manifestações na Praça dos Três Poderes, chegou a pedir para que ele pudesse responder ao processo em liberdade.
Cunha sofria com sequelas da covid-19 e seu advogado chegou a apresentar ao Supremo Tribunal Federal (STF), em abril, para que ele fosse para casa, pois continuar preso seria “uma sentença de morte”.
O habeas corpus apresentado ao STF teve o ministro André Mendonça como relator, que negou o pedido. Na decisão, o magistrado citou questões processuais e técnicas, sem mencionar as informações sobre as condições de saúde do preso.