Durante épocas boas, as pessoas perdem progressivamente de vista a necessidade da reflexão profunda, da introspecção, do conhecimento dos outros e de um entendimento das leis complicadas da vida.

Vale a pena ponderar as propriedades da natureza humana e da personalidade imperfeita do homem, sejam elas próprias ou de outra pessoa?

Podemos entender o significado criativo do sofrimento pelo qual nós mesmos não passamos, em vez de tomar o caminho fácil de culpar a vítima?

Qualquer excesso de esforço mental nos parece trabalho perdido se as alegrias da vida parecem estar disponíveis para serem curtidas.

Um indivíduo inteligente, alegre e liberal é uma pessoa divertida; uma pessoa que prediz os resultados ruins que virão mais adiante torna-se um estraga-prazeres...

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Durante as épocas “boas”, a busca pela verdade torna-se desconfortável

porque revela fatos inconvenientes.

É melhor pensar sobre coisas mais fáceis e mais agradáveis.

A eliminação inconsciente de informações que são, ou aparentam ser, não recomendáveis, torna-se gradualmente um hábito, e a seguir transforma-se em um costume aceito pela sociedade em larga escala.

O problema é que qualquer processo de pensamento baseado em informações truncadas, possivelmente não gerará conclusões corretas; ele leva, além disso, a uma substituição subconsciente de premissas inconvenientes por outras mais cômodas, aproximando-se dos limites da psicopatologia.