Saúde. “Não é o acordo ideal, mas é o possível”

Jorge Roque da Cunha garante que SIM foi "fiel ao razoável face à situação na saúde e à crise política". Acredita que acordo gera "divergência com a FNAM", mas defende: "15% é melhor do que 3%".

https://observador.pt/programas/resposta-pronta/saude-nao-e-o-acordo-ideal-mas-e-o-possivel/

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