Negar que Deus seja pessoal e até fazer dele uma criação antropomórfica, como fazia Espinosa, é esquecer que somos feitos à sua imagem e semelhança, é não entender que caso assim fosse nós jamais teriamos existido também como pessoa.
Que qualquer pessoa exista como tal deve-se a essa possibilidade estar contida em Deus. "Nele vivemos, nos movemos e somos" - dizia São Paulo.