Fun fact. Eu sou coordenador em um setor que lida com economia e estatística. Sob minha coordenação, tenho 4 economistas, 1 contador, 1 agente administrativo e 2 estagiários.

O home office é possibilitado por decreto e eu liberei por portaria. NINGUÉM FAZ. Todos preferem trabalhar lá.

Eu faço. Mas como sou coordenador, acabo tendo quer ir presencial diversas vezes. Meio a meio, talvez.

Tendo contato com as duas formas de trabalhar em simultâneo, acredito que têm coisas boas e ruins em ambos os regimes. Falo do ponto de vista da execução do trabalho. Por exemplo, quando o meu filho está de férias, é difícil conseguir fazer coisas que demandam muita concentração. Outro exemplo é que tem pessoas que, eu bem sei, rendem melhor (principalmente em reuniões) presencialmente ou em casa, então, eu marco reuniões e encontros levando em conta isso.

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Além do rendimento no trabalho existe outros fatores que levaram a todos optarem por trabalhar presencialmente?

Eu não consigo generalizar essa resposta pra ti, por que eu dei a liberdade a eles (exceto quanto determino que seja em um ou outro lugar) e não entrei nessa dimensão pessoal pra saber os motivos que os levam a preferir o presencial. Mas são 8 pessoas que decidiram trabalhar lá no presencial, então, certamente existe um ampla gama de motivos, embora não os saiba.

Eu consigo te relatar apenas um, do contador, que me revelou os motivos de sua escolha. Basicamente, ele me deu dois motivos: (1) ele se sente melhor trabalhando lá por causa de uma infra e um ambiente 100% preparado e garantido para o trabalho, e (2) ele disse que não gosta de "misturar as coisas", então, ele pensa 100% no trabalho quando estiver no trabalho e desliga das questões profissionais, focando inteiramente na esfera pessoal, quando está em casa. Ele diss que tentou essa rotina na época da pandemia e não se adaptou...

Como eu desempenho um cargo de chefia há muitos anos (acho que desde 2014) faz muito tempo que eu não sei o que é "desligar do trabalho", então, pra mim, tanto faz. Contudo, se eu não tivesse essa ligação um pouco maior com o trabalho, não descarto a possibilidade de que eu pensaria que nem ele.

Grato por compartilhar