Concordo, mas um não exclui o outro, a meu ver. Até porque cada um perde e ganha em algo.
O livro por exemplo, por não ser um objeto eletrônico, pode durar décadas; tem um formato adequado, em tamanho, para o seu tipo de texto; é algo mais palpável e sólido, amplificando o contato com a experiência; e é específico para aquela leitura, diminuindo assim as chances de distração com outros textos...
Já no e-reader, as vantagens dele são mais óbvias, por ser mais portátil, dar mais opções, livros e etc... Mas nem sempre 'mais' é como um todo 'melhor'.