“Ah, eu quero um trabalho pelo qual eu seja apaixonado, quero fazer algo que eu goste”. Simplesmente faça o máximo de dinheiro no menor tempo possível e use o seu tempo para fazer o que diabos você quiser.

Eu nunca me importei com o que estava fazendo. Eu teria pegado uma pá e cavado merda se pagasse o suficiente. Eu não ligava. Trabalho não é sobre se divertir. Se você encontrar um trabalho que goste, ótimo, parabéns pra você. Mas a chance é que existe um trabalho que te pague mais em menos tempo.

E eu sinto que já vivi muitas vidas porque nunca fiz um trabalho comum das nove às cinco. Se você parar para pensar no tempo desperdiçado nesse tipo de emprego, incluindo o tempo de deslocamento de ida e volta, essas são horas que se perdem. A maioria da população está fazendo algo que não quer fazer.

Mesmo que seja algo que goste, tipo, digamos que você ame mergulho e decida ser instrutor de mergulho. Eventualmente, você vai se cansar de ensinar as pessoas a colocar o equipamento e repetir o mesmo processo de novo e de novo. Talvez seja divertido por um mês, dois meses, talvez até um ano, mas uma hora você vai se cansar de fazer a mesma coisa, repetidamente.

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Eu creio que quase ninguém acredite nesse conto de fadas, mas que aja de tal forma porque essa mentalidade foi culturalmente implantada na sua cabeça. Quando o aluno chega perto de se tornar universitário, ele começa a pensar no que ele gosta de fazer, o que não tem nem pé nem cabeça.

Já conversei com muita gente mais nova que, estão sempre pensando nisso, depois de um tempo eles caem na real de que trabalho não é diversão. Hoje em dia está cada vez mais em alta essa ideia de “trabalhe com o que ame e nunca vai precisar trabalhar”.