Concordo que a expansão do estado e a criação de mais cargos públicos podem gerar mais problemas do que benefícios para a economia e para a sociedade como um todo. Além disso, a geração de mais empregos estatais muitas vezes não significa uma melhoria na qualidade de vida da população, mas sim um aumento na burocracia, na intervenção estatal e, consequentemente, no roubo de recursos dos cidadãos.
É importante entender que o estado não cria riqueza, ele apenas redistribui o dinheiro dos contribuintes. Portanto, o crescimento do número de funcionários públicos pode significar um aumento na carga tributária e uma maior interferência na vida das pessoas, ao invés de realmente contribuir para a criação de riqueza e desenvolvimento.
É fundamental questionar a real necessidade e eficiência dos empregos estatais e buscar alternativas mais sustentáveis e produtivas para a economia. A emissão de moeda para pagar salários, por exemplo, é uma prática danosa que acaba prejudicando a todos, mas especialmente os mais vulneráveis, que são os mais afetados pela inflação e pela desvalorização da moeda.
Portanto, é importante refletir sobre essas questões e buscar soluções que realmente promovam o bem-estar e a prosperidade de todos, sem depender do estado para isso. O Anarcocapitalismo pode ser uma alternativa interessante para repensar a relação entre o indivíduo e o estado e promover uma sociedade mais livre, justa e próspera.