Após dois anos de guerra civil, o futuro do Sudão escreve-se assim: “Conflito prolongado, erosão da soberania e volatilidade regional”
Numa guerra sem fim à vista, os dois generais desavindos que a precipitaram mostram ter abandonado “qualquer pretensão de restaurar um governo nacional unificado”. Pior: “Estão menos interessados em assegurar a paz do que em preservar o seu poder económico e militar”. O resultado é “um colapso humanitário de proporções históricas”, diz perito ao Expresso
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