é o que sinto na minha turma também. a professora doida pra concordar comigo, jogando uns assange e hakim bey na roda como quem não quer nada, mas não podendo concordar de fato pra não arrumar confusão com os alunos/coordenação. fueda… mas isso logo muda, algo me diz

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Discussion

O importante é ter gente como a gente frequentando esses lugares tb! Só assim muda! Qual área tu estás? Se me permite a curiosidade 😅

então… eu tô na área da dúvida haha preferi entrar como aluno especial até me decidir entre ciência política e comunicação (área do mestrado), tô fazendo uma matéria em cada. mas acho que já me decidi por comunicação mesmo, o povo de ciência política é difícil demais…

É, ciência política é puxado mesmo. Minha essência é comunicação, mas jornalismo foi, ao mesmo tempo, maravilhoso e doentio pra mim. Os colegas estavam num nível de cultura além do que eu conseguia digerir.

Como é bom conversar com gente que tem a mesma “doença”! Nem os loucos entendem porque a gente entra no mestrado sem ser obrigado, né. Tô finalizando o primeiro ano e, meu amigo, só consegui pq gosto mto, até o corpo quis desistir, mas seguimos!

ah, menina… não à toa, levei dez anos pra me recuperar do trauma e resolver embarcar nessa loucura de novo. o mestrado me tirou todas as forças até o último suspiro, deixou só o bagaço mesmo, a poesia escorreu pelos dedos de um tanto que nunca mais voltou. pra te ser bem, beeem sincero, nem sei o que tô fazendo nisso de novo. masoquismo, capaz? duro que é isso… foi só a professora começar a falar em galloway, yuk hui, gillespie, giddens, que os olhinhos brilharam.

Mas gente, história da minha vida! Tb demorei pra voltar, mas eu amo! Aliás, já ensaiando o doutorado 🤭 agora vou pro manicômio kkkk

camisa de força devidamente vestida hahaha