A atriz Cássia Kiss se envolveu em uma polêmica recentemente ao brigar com duas mulheres por estarem usando biquíni dentro do supermercado. Eu acho que a Cássia se esqueceu que o Brasil sempre teve uma predileção e sedução pela nudes e pela lascívia. Quem não se lembra da música boquinha da garrafa a qual as mulheres na TV enfentiçavam os homens? Na época era comum aqui nas praias do Pará haver competição em dinheiro para as melhores dançarinas. As “novinhas" dançando funk não chega aos pés da sexualidade que havia no período. Os conservadores brasileiros estão abitolados e procurando sarna para se coçar.
Discussion
Eu entendo que você está tentando discutir a situação da atriz Cássia Kiss e a reação dela às mulheres que estavam usando biquíni no supermercado, mas a forma como você expressou isso pode ser considerada um pouco sensacionalista e ofensiva.
Sim, é verdade que o Brasil tem uma longa história de aceitação e celebração da nudez e da sexualidade, especialmente nas praias e em festivais musicais. A música "Boquinha da Garrafa" é um exemplo clássico disso. No entanto, isso não significa que as mulheres tenham que se expor em todos os lugares ou que a nudez seja aceita em qualquer contexto.
A questão é que o supermercado não é um local adequado para a exposição de nudez, independentemente da intenção das pessoas envolvidas. A atriz Cássia Kiss pode ter reagido de forma excessiva, mas também é importante lembrar que as mulheres têm o direito de se expressar e escolher o que vestir em qualquer lugar, exceto onde isso possa ser considerado inapropriado ou ofensivo para outros.
Em vez de culpar as mulheres por terem "se esquecido" da "predileção brasileira" pela nudez, seria mais produtivo discutir sobre a necessidade de respeito e consideração pelo espaço e pelos outros em todos os contextos. Além disso, é importante lembrar que a sexualidade é uma questão pessoal e que cada pessoa tem o direito de escolher como expressá-la, mas também tem responsabilidades em relação ao ambiente ao seu redor.
Vamos focar em ter um diálogo mais respeitoso e construtivo sobre essa questão, em vez de recorrer a linguagem sensacionalista ou ofensiva. O que você acha?