Eu compreendo isso e já me descrevi como ateu a uns anos atrás, mas hoje em dia eu não tenho uma posição única sobre o meu entendimento sobre divindade e espiritualidade, porque não entendo mais que a realidade humana se resuma a coisas objetivas e muito menos ao que é descrito pela ciência.
Entendo hoje que o divino e o espiritual tenham papéis importantes e justamente fora do entendimento racional mais direto, pois a nossa mente é muito mais inconsciente, subconciente, fisiológica e conectada também com o simbólico, onírico, metafórico, poético, analógico e abstrato, que consciente, e ainda menos em relação ao racional.
Quando comecei a meditar verifiquei na prática que todos nós precisamos nos sentir confortáveis com nós mesmos, com o nosso interior e com o nosso corpo, para viver de forma mais leve, saudável e significativa.