Considera que são livres não aqueles a quem a sorte fez livres, mas aqueles que verdadeiramente o são pela sua vida, isto é, pela forma como a vivem. É, com efeito, descabido chamar verdadeiramente livres aos príncipes que vivem na maldade e devassidão: eles são escravos das paixões mundanas. A liberdade e felicidade da alma consistem na genuína pureza e desapego das coisas transitórias.
Santo Antão In Pequena Filocalia