A moeda fiduciária está com os dias contados. Por décadas, governos imprimiram dinheiro sem lastro, diluindo o poder de compra da população, criando ciclos de inflação, crises e desigualdade. Bitcoin é o antídoto.
Um sistema monetário descentralizado, com oferta finita (21 milhões de unidades, ponto final), transparente, auditável por qualquer um e resistente à censura. Não depende de bancos centrais nem de políticos.
Quando as pessoas finalmente entenderem que podem proteger sua riqueza em um ativo escasso, imune à manipulação estatal, o fluxo de valor vai migrar. Primeiro como reserva, depois como meio de troca global.
A confiança que o fiat perdeu, o Bitcoin está ganhando. A transição é inevitável.
