Trabalhamos como o diabo neste paraíso da ficção. Andamos em nossa carruagem da prisão, pensando que estamos segurando o traje. E esta carruagem rola por um grande planeta azul e redondo, onde nem sequer querem saber de nós.
Agora não ficaria surpresa se um belo dia um demônio com um bastão surgisse no mar e nos levasse para o inferno. Só nos resta dormir, beber e foder.
