Quando um jornal é visto em uma via pública seu conteúdo é associado a uma visão coletiva. Quando um texto é publicado em um jornal, a ideia que ele propaga é vista em todas as esquinas, como se muitas pessoas estivessem falando dela. Como se ela fosse suportada e apoiada por muitos. Como se, até, ela fosse verdade.
Esse é o poder da imprensa. Ela pega o que um reporter escreve e amplifica, expondo os limites de seu conhecimento e suas tendências para todas as pessoas, em todas as esquinas e telas de televisão do mundo, como se fosse uma verdade coletiva. Mas não é. É apenas a visão de um reporter ou editor, amplificada para atingir a toda uma população.
A imprensa tem o poder de moldar o comportamento de um país. Por isso vale tudo para comprar a imprensa. Quem paga a imprensa escreve a história. Literalmente.
A quem pertence a nossa imprensa?
Você já tentou comparar as notícias veiculadas por diferentes fontes?
Você já notou como os títulos das reportagens sugerem coisas que a própria reportagem não suporta?
Você já se questionou sobre todas as informações que são omitidas em um reportagem e que sugerem uma conclusão que o reporter não tem coragem para escrever, muitas vezes por ser falsa?
Você já tentou separar os fatos de um texto das interpretações do autor?
Você já tentou buscar o nome do autor no Google pra descobrir a quais partidos políticos ele é filiado?
Você já parou para observar que cada notícia veiculada descreve a interpretação de um reporter sobre um fato, e que esta interpretação não representa, de forma alguma, o pensamento da maioria?
Você já procurou saber quem são os donos e editores do jornal e quais as suas tendências políticas?
Você já procurou saber o CNPJ do seu jornal preferido e pesquisou seu quadro societário?