Certamente há de respeitar o PNA.
Porém, o libertário que se posiciona contra o cristianismo deve ter consciência de que o Estado moderno inflado é fruto de um longo processo de abandono do pensamento cristão, iniciado por volta de meados do século XV.
E que a cada pauta revolucionária que um libertário apoia, mesmo que não fira o PNA, ele contribui, consciente ou não, para a subversão cultural gramsciana.