A sensação de estagnação é percebida por todos, mesmo que não saibam nomear desta forma, e cria um ar de incapacidade e negatividade que rodeia até os mais jovens.

A estagnação promovida pelo Estado afeta a arte e a arquitetura, tornando as músicas, as pinturas e as construções, cada vez mais brutas, frias e apelativas. Afeta também as instituições, as notícias e a produção, as tornando cada vez mais precárias e distantes dos interesses dos seus públicos.

Como forma de resolver isso, o Konkin criou o agorismo e a contra-economia, em que visava explicar um mercado à margem das regulações do Estado. E nisso entram as relações diretas de mercado e as tecnologias descentralizadas.

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