Você ressuscitou essa trend.

Lembro de um cara que relativizava até o conteúdo real. Foi num documentário sobre o Cyberbunker que caiu.

Um dos envolvidos disse na entrevista que imagens e vídeos reais disso eram como filmar e fotografar qualquer outro crime, um roubo, um homicídio, sequestro, e que errado é quem faz o crime e não quem assiste.

Mas ele esquece que essas coisas geralmente não passam de forma livre e gratuita, tem gente financiando pagando acesso direto para os produtores, que recompensam até quem pratica abuso direto, para continuar praticando.

E quem faz arte IA realística? É no mínimo doente. Aí há duas alternativas , ou a pessoa cria isso para evitar praticar abuso real ou ela faz isso até ter oportunidade de praticá-lo. Se for o primeiro caso, é menos pior, contudo essa pessoa tem a opção de abandonar essas práticas totalmente.

Isso pode até ser tipificado como crime (se já não for), sobretudo porque em algum tempo será tão perfeito que terão dificuldade para distinguir uma criação IA de uma gravação ou captura real, aí a pessoa argumentaria que fez na IA, mas na verdade está praticando abuso real.

Já pensou que o advento dessas tecnologias diminuará a indústria de abuso e até a pornografia comum mesmo? Pois os corpos humanos reais se tornariam prescendíveis, sobretudo com a capacidade de tornar as idealizações pessoais de forma visual.

Mas é um tema muito controvertido e a visão religiosa ortodoxa sobre o assunto (a que adoto), considera qualquer alusão sexual como imoralidade e pecado, até mesmo um desenho grosseiro feito de caneta, como era muito comum serem produzidos nas escolas. Realmente, melhor seria que toda essa malícia nunca existisse, na Nova Terra não haverá.

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