A parada é, que não dá para apertar um botão e desligar o lado emocional, isso faz parte do ser humano. É uma questão de ética, não matemática.
Se for levar essa lógica de tratar um cadáver como um objeto sem direito em posse da familia para outro lado, daria para justificar uma familia dar o "objeto" para um necrófilo violar, por exemplo. Mesmo um morto, deve ter o direito de não ter seu corpo violado.
E novamente, o bebê muito provavelmente não irá sobreviver, tem que distorcer muito a lógica e natureza humana para achar isso justificável.
A familia ser obrigada a pagar por isso mesmo sendo contra é algo bizarro, mas nem de onde é o único ponto ou o mais bizarro da história.