Menos “ardinas” e mais “Instagram”. Para Teresinha Landeiro, “o que faz o fado não morrer é usar textos e palavras do dia-a-dia”

Foi sinónimo de fado jovem e leve, mas, ao terceiro disco, Teresinha Landeiro carrega na voz palavras com outro peso e urgências. Como explica em entrevista.

https://observador.pt/especiais/menos-ardinas-e-mais-instagram-para-teresinha-landeiro-o-que-faz-o-fado-nao-morrer-e-usar-textos-e-palavras-do-dia-a-dia/

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