Trecho de um conto de Osman Lins chamado «Elegíada»:
«As palavras — todos sabem — são mortalmente vazias para exprimir certas coisas. Quando nos sentávamos, sós, a recordar nossa vida, não eram elas que restauravam os fatos: éramos nós.
«E agora, que já não existes, com quem poderei falar...?»