Meu vício em celular mudou quem eu sou.
Desde pequena, sempre tive um celular. Na adolescência, ganhei um smartphone. Hoje, adulta, minha mãe me diz que sou raivosa e frustrada. Ela fala isso toda vez que eu a visito.
Não é a falta de sexo que me deixa assim. Eu não sofro mais desse mal.
A verdade é que me sinto presa. É como se eu estivesse em um cativeiro.
Foda-se tudo de bom
