O Nikolas começou na asa do Bolsonaro. Ele sabia usar a rede, era ainda mais novo e tinha os apetrechos para capturar votos da juventude e das mulheres.

Assim que ele se elegeu com a popularidade que teve, ele tratou de se desvencilhar de Bolsonaro.

Infelizmente para o Bolsonaro, naquele momento em que Nikolas se elege, ele nasce politicamente grande, graças às distorções sócio políticas do Brasil, e o Bolsonaro não poderia ignorá-lo. Escolheram então aquele distanciamento silencioso, trocando alfinetadas esporádicas. Entretanto, Bolsonaro nunca deixou de convidar o Nikolas para seus comícios, porque o Nikolas é o único político que arrebanha pessoas além dele. Esta situação fica evidente quando se constata que somente após 200M de visualizações, os Bolsonaro decidiram apoiá-lo em relação ao vídeo.

A questão é que esses assuntos me dão sono. Não são importantes, e não mudam em nada a situação perigosa na qual estamos metidos. Mais ainda, todos os que se preocupam com isso, se auto afirmando como "intelequituais", são vagabundos, ou estão com dor se cotovelo por não poderem fazer o mesmo que o Nikolas Fez. A começar por aqueles bosta dos Weintraub.

OBS: Isso não é uma a ode a Nikolas, porque eu não confio em político nenhum. Esta é apenas uma análise isenta dessa questão.

Reply to this note

Please Login to reply.

Discussion

Qualquer um que prega saída político partidária e democrática para este país, é uma vagabundo.

Todo político faz parte da estrutura Brasileira, em última instância vai defender a estrutura. Qualquer membro dessa estrutura faz parte do problema, a solução não vira da estrutura do estado Brasileiro mas sim de uma ruptura de comum acordo entre indivíduos de uma regiao. Minha sugestão é a divisão das regiões, tornando-se países independentes. Terá que vir de frentes separatistas de forma individual e não centralizada, me parece que a melhor estruturada no momento é a da região do sul.

Isso é solução irrisória, as oligarquias regionais do Bostil são tão ruins quanto as nacionais, ambas são maçônicas, e vou além, aqueles que compõem o Congresso Nacional são oriundos da influência das elites regionais, maçônicas e tirânicas. Secessão não ajuda em nada, achar que vai diminuir poder do Estado criando mais Estados por via de divisão é cortar cabeça de hidra. Todas as tentativas de secessão do Brasil, com exceção da República Juliana e de Canudos, ocorreram com apoio da maçonaria e por alas liberais simpáticas ao socialismo, desde a Inconfidência Mineira, Confederação do Equador e República Rio-Grandense até a República Paulista e a pouco falada República Transatlântica do Mato Grosso (do Sul).

Vou além: os estados brasileiros são províncias desprovidas de povo, são farsas no ponto de vista cultural, tratam-se de territórios que no passado eram terras privadas de famílias beneficiadas pela coroa portuguesa, com q exceção dos estados brasileiros que pertenciam ao Império Espanhol. O paulistano é quem nasce em São Paulo, porém inexiste um verdadeiro "povo paulistano", o que existe é o caipira e o caiçara, inexiste o "povo goiano", existe é o sertanejo central, inexiste o "sulista" como povo, existe o gaúcho e o caipira que vive na região do Paraná, tal como inexiste o "nordestino" mas o sertanejo ocidental da caatinga, e por aí vai. Esse modelo de divisões estaduais no Brasil existem para controle social e político, dar à esses territórios status de "nações" e dar aos seus chefetes mais poder não é solucionar o problema.

Se o Brasil fosse dividido corretamente em seu interno, tal como é a Espanha, que possui um território dos bascos, dos catalães, dos aragoneses, dos castellanos e etc., talvez fosse viável cogitar secessão, entretanto >todos< os movimentos de secessão no Brasil são atrelados ao modelo de divisão provinciana, ou seja, é movimento de "Sul é Meu País", movimento de "São Paulo Independente", "Nordeste Independente", "Amazonas Independente", só movimentos movidos por equívocos e que enaltecem "heróis" regionais da maçonaria.

Não sei esse caso da maçonaria é real, não sei se os movimentos existentes são movidos por equívoco, o que sei é que o estado como é hoje não tem solução. Existe a chance de dar certo e chance dar errado, se der errado será mais fácil de mudar. O estado sempre será um problema, mas prefiro a apostar que os novos estados , menores, não conseguiram cobrar a exorbitância de mais do que 50% de imposto. Pra mim o que importa é um estado menor e o indivíduo maior.

A discussão abaixo é bem mais ampla que o escopo deste post. Este post só analisa o espectro político miúdo de um caso isolado. Eu defendo a extinção do pais pela força popular. O que vai se colocar no lugar, eu não saberia dizer mas o Brasil não faz sentido. Nunca fez sentido. É uma mentira, um sonho maçônico megalomaníaco. Entre um Sul separado e país de merda, eu fico com a separação. Se não ideal eu não me importo, porque não vivo de idealismos. Garanto que no dia que Sul se separar desse tumor pútrido chamado Brasil, ele crescerá enormemente.