Em 1989, a Praça da Paz Celestial em Pequim foi palco de uma série de protestos liderados por estudantes que pediam democracia e liberdade de expressão. O governo chinês respondeu com força militar, resultando em um evento tragicamente conhecido como Massacre da Praça da Paz Celestial.
O que aconteceu?
* Protestos: Estudantes, inicialmente de luto pela morte de um líder político reformista, ocuparam a Praça da Paz Celestial, exigindo reformas democráticas e o fim da corrupção. Os protestos ganharam força e apoio popular, atraindo pessoas de diversas camadas sociais.
* Resposta do governo: O governo chinês, liderado por Deng Xiaoping, declarou lei marcial e enviou tropas e tanques para Pequim para reprimir os protestos.
* Massacre: Na noite de 3 para 4 de junho de 1989, o exército abriu fogo contra os manifestantes desarmados, matando centenas, possivelmente milhares, de pessoas. Os tanques atropelaram manifestantes e abriram caminho à força pela praça.
* Consequências: O Massacre da Praça da Paz Celestial teve um impacto profundo na China e no mundo. O governo chinês reprimiu a dissidência, censurou informações sobre o evento e prendeu muitos participantes dos protestos. Internacionalmente, houve condenação generalizada da violência e sanções foram impostas à China.
O legado do Massacre da Praça da Paz Celestial:
O Massacre da Praça da Paz Celestial continua sendo um tópico extremamente sensível na China, onde é conhecido como o "Incidente de 4 de junho". O governo chinês censura qualquer menção ao evento e tenta apagar sua memória da história. No entanto, a cada ano, ativistas e defensores da democracia em todo o mundo relembram o massacre e homenageiam as vítimas, buscando manter viva a chama da liberdade e da democracia.
Para saber mais:
* 1989: Massacre na Praça da Paz Celestial – DW – 04/06/2024
* Massacre da Praça da Paz Celestial em 1989 – Wikipédia, a enciclopédia livre
* Conheça O Massacre da Praça da Paz Celestial - Brasil Paralelo
* O massacre escondido pelo governo chinês: O que aconteceu na Praça da Paz Celestial em 1989? - Brasil Paralelo