O estado É uma organização criminosa

A partir do momento em que você nasceu e atingiu a maioridade, o futuro da sua vida é responsabilidade exclusivamente sua, e não do Estado. Qualquer benefício oferecido pelo governo, como cotas raciais, legislações trabalhistas como a CLT ou outras supostas facilidades, não é verdadeiramente gratuito. O Estado não concede vantagens sem um custo; ele oferece migalhas que, na realidade, aprisionam o indivíduo em um sistema que ele mesmo criou.

Essa dinâmica funciona como uma forma de opressão psicológica, levando o cidadão a acreditar que deve algo ao governo em troca dessas concessões. Por meio da inflação, o Estado impõe um “imposto invisível”, corroendo o poder de compra da população de maneira silenciosa e destrutiva, como um câncer. Paralelamente, utiliza a coerção e a regulamentação excessiva para manter os cidadãos reféns de uma moeda desvalorizada e de um sistema lobista, corrupto e desprovido de ética.

Essa lógica encontra eco no ensaio “O que se vê e o que não se vê”, de Frédéric Bastiat, que argumenta que os custos reais das políticas públicas muitas vezes estão ocultos. Bastiat explica que aquilo que o Estado aparenta oferecer — como subsídios ou benefícios sociais — na verdade gera consequências negativas invisíveis. Os recursos distribuídos pelo governo vêm dos próprios cidadãos, seja por meio de impostos diretos ou indiretos, como a inflação. Assim, enquanto o que “se vê” é o benefício imediato, o que “não se vê” é a perda de oportunidades, a destruição da produtividade e a perpetuação da dependência estatal.

Portanto, confiar no Estado como provedor é um erro que reduz a liberdade individual e impede o progresso genuíno. O verdadeiro caminho para a emancipação está em assumir a responsabilidade por sua própria vida e buscar soluções independentes e voluntárias, livres da interferência estatal.

Kali Abner

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