Fico embasbacado em como estas #pastoras #feministas se contorcem para alterar, suavizar aos ouvidos das mulheres aquilo que sempre foi um fato.
Muitas são as que negam a própria realidade dizendo que #submissão é estar sob a mesma missão. Como quem tenta dizer, não é bem assim.


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Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2ek9319pmro
"Interpretações religiosas à parte, pensadoras feministas entendem que essa questão de fundo bíblico acabou consolidando, ao longo dos séculos, uma sociedade desigual — em que as mulheres ficaram relegadas a papéis inferiores, na maior parte das vezes. E, em alguns meios religiosos fundamentalistas, o princípio segue sendo perpetuado.
“Quando a visão religiosa é muito conservadora com relação aos papéis de gênero, inevitavelmente existe o impacto negativo para a equidade entre homens e mulheres nos âmbitos familiar, profissional e, consequentemente, político-social”, diz à BBC News Brasil a economista Regina Madalozzo, autora do livro Iguais e Diferentes - Uma Jornada Pela Economia Feminista.
“Ao fomentar a diferença de importância no poder decisório, dentro de uma ideia da necessidade de submissão das mulheres a seus maridos, por exemplo, acaba-se por implicar em uma menor possibilidade de autonomia das mulheres sem quebrar os preceitos religiosos que seguem”, acrescenta ela.
A economista argumenta ainda que o desincentivo a que mulheres estudem ou participem ativamente de questões políticas e profissionais, faz do “mecanismo que fundamenta a diferença entre homens e mulheres” também o que “sustenta e permite a discriminação entre os gêneros”.
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## História
No Brasil, na década de 1930, durante o governo de Getúlio Vargas, a concessão do voto às mulheres teve um caráter muito mais estratégico do que propriamente social. Longe de ser fruto de uma genuína conquista feminina, essa medida serviu, sobretudo, para fortalecer e legitimar o novo regime após a Revolução de 1930.
Naquele período, a maioria das mulheres estava inserida em contextos tradicionais, influenciadas pela família, pela religião e por uma sociedade essencialmente patriarcal. Viviam distantes da política, das discussões eleitorais e das estruturas de poder. Justamente por isso, muitos grupos políticos viam nelas uma oportunidade: uma massa facilmente manipulável, cujos votos poderiam ser conduzidos segundo os interesses das elites e dos grupos dominantes.
O voto feminino, oficializado em 1932, não representou, como muitos defendem, um avanço social espontâneo, mas sim uma manobra de ampliação de base eleitoral. Era uma estratégia disfarçada de progresso. O próprio discurso feminista que hoje exalta essa conquista ignora, muitas vezes, que a demanda por participação política vinha de uma minoria organizada, distante da realidade da maioria das mulheres da época, que sequer se interessavam ou se viam preparadas para tais funções.
Portanto, o sufrágio feminino não nasceu, majoritariamente, de uma transformação social, mas foi usado como ferramenta de manipulação política, mascarada por um discurso de inclusão.
## Conclusão
Diante desses fatos, seria no mínimo contraditório — ou até herético — ver uma "pastora" subir ao púlpito para afirmar que a mulher não deve obedecer ao seu marido, mas sim estar em uma suposta “igualdade de missão”.
Estaria ela, conscientemente ou não, ignorando as Escrituras? Afinal, está escrito em **Efésios 5:22-24 (NTLH):**
>“Esposa, obedeça ao seu marido, como você obedece ao Senhor. Pois o marido tem autoridade sobre a esposa, assim como Cristo tem autoridade sobre a Igreja. E o próprio Cristo é o Salvador da Igreja, que é o seu corpo. Portanto, assim como a Igreja é obediente a Cristo, assim também a esposa deve obedecer em tudo ao seu marido.”
Quando alguém distorce a Palavra, para agradar seu público, está promovendo engano, ilusão e rebeldia contra a ordem estabelecida por Deus.
**“Por acaso pode sair duas águas do mesmo rio?”** — pode um mesmo púlpito jorrar doutrina, mentiras, porfias e, ao mesmo tempo, gerar algo bom e santo?
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