Lula, o presidente ilegítimo, escolheu chegar ao fim da vida política arruinando seu próprio legado.
Que já era um legado ruim.
Mas ele escolheu não deixar dúvidas quanto às suas más intenções.
Esperneou, brigou, berrou, xingou, chorou, pois é sedento pelo poder.
Uma vez instalado no poder, Lula agiu para destruir tudo que pôde.
Traiu até as esperanças de seus eleitores.
Seu governo contém apenas um deserto de ideias.
Não há conquistas minimamente relevantes.
Não há nada que permita defendê-lo.
Lula é um desastre, um fracasso.
O que ainda funciona é aquilo em que Lula não conseguiu interferir.
Tudo isso é consequência de um câncer surgido nas instituições brasileiras.
O câncer do totalitarismo a qualquer custo.