Imagine que por mais de 20 anos um grupo bem organizado interferiu em inúmeros estados soberanos, cometendo crimes e implementando agendas, usando o dinheiro do contribuinte americano.

Imagine que um agente deste grupo, um pouco inconformado com o esquema, se propõe a alterá-lo ligeiramente, acreditando talvez que uma agenda menos radical seria mais vantajosa para os EUA. Uma agenda expansionista, por exemplo.

Imagine que ele consegue, com este discurso populista, ganhar as eleições. Ele vê o clamor popular e pensa ser interessante aproveitar essa abertura, e furar a bolha hegemônica dos seus colegas.

Digamos que ele vença gloriosamente. Então, ele assume e ajusta fiscalmente o país, tenta mudar os rumos da política internacional, fazendo mudanças sensíveis, mas superficiais, deixando seus ex-companheiros intactos, a fim de seguir com as mudanças que ele acha serem mais importantes.

E aí ele começa a ser perseguido como um cão sarnento. Ele acreditava que entre ele e seus antigos aliados só havia divergências normais. No entanto, o tal grupo se converte em inimigos mortais dele, capazes de queimar o país se isto significar destruí-lo.

Ele fica chocado, mas continua. E então acontece um golpe sanitário, orquestrado pelo aquele grupo, exatamente próximo ao seu último ano de mandato. O inferno inicia, e termina com a maior fraude eleitoral que jamais existiu.

E aí é que o inferno jurídico e persecutório começa para ele. A intenção dos seus antigos aliados é destruí-lo de todas as formas.

Ele se candidata novamente e então, por duas vezes, eles atentam contra sua vida.

Ele ganha as eleições. Qual seria a motivação deste homem? Fazer um acordo por baixo dos panos com quem o quer morto, ou acabar com seus inimigos?

Sério, se faça essa pergunta e responda honestamente.

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