Fome? Só uma paixão
para o vazio que dói.
O desejo de um abraço que nunca virá,
o sal da própria lágrima na boca
— o amargo, o real, o último.

Fome? Só uma paixão
para o vazio que dói.
O desejo de um abraço que nunca virá,
o sal da própria lágrima na boca
— o amargo, o real, o último.

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