O BRASIL SOB COLAPSO: ENTRE A CENSURA, O ESTADO PARALELO E A DESORDEM INSTITUCIONAL
O Brasil vive hoje uma das fases mais perigosas de sua história republicana. O colapso do Estado se manifesta em quatro frentes: a destruição institucional comandada por uma casta togada, o sufocamento das liberdades por censura judicial, o domínio crescente do narcotráfico organizado, e a substituição do cidadão pelo controle digital total do Estado.
O STF, antes pilar do equilíbrio democrático, converteu-se em instrumento de vingança política. Humoristas são presos, jornalistas estrangeiros são perseguidos, e qualquer crítica à narrativa oficial é silenciada sob o pretexto de “defesa da democracia”. O povo, sufocado por impostos e desinformação, é forçado a sustentar com seu suor uma elite burocrática intocável que reajusta seus próprios salários em meio a um rombo fiscal bilionário.
Enquanto isso, o Estado verdadeiro — o que deveria prover ordem e justiça — foi terceirizado. Facções como o PCC assumem o controle de territórios, impõem regras, distribuem crédito, regulam disputas e agora até comandam eleições locais. O crime organizado já opera como uma holding de setores-chave: combustível, mineração, segurança e narcotráfico. Isso não é apenas falência institucional — é substituição total da soberania.
Do outro lado, o cidadão é tratado como sonegador em potencial. O PIX é vigiado, o DREX será programado, e a Receita monitorará qualquer movimentação superior a R$ 5 mil. Um autônomo honesto pode ser punido enquanto criminosos armados enriquecem sem controle. O Estado falido não combate o crime: ele persegue o trabalhador.
Essa engenharia social foi moldada ao longo de décadas por mídia doutrinadora, universidades contaminadas e uma cultura de servidão fiscal. O brasileiro paga imposto ao nascer, ao comer, ao viver, ao trabalhar, ao investir, ao doar, ao herdar — e é punido se ousar questionar. O Brasil se tornou uma fazenda onde poucos mandam e milhões obedecem.
É urgente romper com essa lógica. O povo precisa entender que liberdade se defende com coragem, que censura é ditadura, que facção não pode ocupar o lugar do Estado, e que imposto sem contrapartida é roubo legalizado. O país só será soberano quando o cidadão for livre.
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