Padilha, dizendo que na prateleira que pertencera a Gen. Heleno, no gabinete, tinha livros que inspiravam “o golpe”, apresenta como primeiro (de dois) o de Carolina Campagnolo.
Daqui a pouco começam a queimar livros em praça pública.
Padilha, dizendo que na prateleira que pertencera a Gen. Heleno, no gabinete, tinha livros que inspiravam “o golpe”, apresenta como primeiro (de dois) o de Carolina Campagnolo.
Daqui a pouco começam a queimar livros em praça pública.
Não parece que o Helenão estudava. Os livros não serviram pra nada. E onde já se viu, estudar de verdade. Isso é uma acinte para um milico que se prese.